quarta-feira, 27 de março de 2013

Férias de 2011 nos EUA – DC e Miami


Cheguei em DC e já fui pro Union Jack's – pub na Virgínia que eu batia cartão na época de au pair – e para vocês terem noção de como eu ia tanto naquele lugar, eu cheguei na porta e o segurança disse “Nossa, faz um ano que você não vem aqui”. Depois de lá fomos pra uma balada em DC, e para tirar a zica peguei um americano gatenho, mas não curti muito não, o cara era meio metido.

Três dias depois, era véspera de ano novo. De manhã bem cedo, pegamos – eu e uma amiga – o avião para Miami. Chegamos em South Beach, o clima estava bem diferente, muito calor e sol. Passeamos pela praia, encontramos outras amigas, e mais tarde voltamos para fazer check in no hostel (Miami Beach International Hostel). E que maravilha de hostel, viu?! Foi a segunda vez que me hospedei la e recomendo para pessoas solteiras. É super agitado a noite e o dia todo, o lobby e a frente do hostel estão sempre cheios de gente de todos os cantos do mundo e dispostos a fazer amizade.

Quase todos vestidos de branco, estávamos prontos para sair pelas ruas de Miami. Passamos a contagem regressiva na praia, depois fomos pra uma festa numa balada que tínhamos comprado ingresso, mas chegamos na porta não queriam deixar a gente entrar. Eu já estava bem bêbada comecei a reclamar com o segurança, disse que não cagava dinheiro e até que ia processar – gente bêbada é uma merda mesmo! No fim, resolvi parar de reclamar e ser legal, daí o cara nos deixou entrar. Até hoje não entendi o rolo, sei que pagamos 75 pau no ingresso pela internet e chegou la disseram que a festa tinha acabado. Atenção quando comprarem ingressos pra essas festas, não é a primeira vez que isso acontece comigo, aconteceu outra vez em NY, já contei aqui no blog.

A festa tava uma porcaria – como esperado, ficamos pouco tempo lá e resolvemos ir embora. No dia seguinte, passamos o dia na praia, estava super calor. Estávamos numa galera: brasileiros, russos e até árabe. Como a maioria era brasileiro – como sempre – arrastamos a galera pra comer nossa comida. A noite, fomos pra balada Nikki Beach. Essa foi a balada que na primeira vez que fui pra Miami, em 2009, eu dei PT e as minhas amigas me largaram num sofá e eu fiquei lá a noite toda... já fiz um post sobre isso também. Depois de anos, finalmente voltei lá pra conferir o que perdi da primeira vez. E pra falar a verdade não tava muito boa não, pode ser que era o dia BUT mesmo assim achei um inglesinho pegável pra pegar (risos).

No dia 2 de Janeiro, o dia não tava tão bonito e não deu praia. Então resolvemos ficar pelo hostel mesmo chilling out com a galera, fiz amizade com brasileiro super gente fina e ficamos papeando e bebendo cerveja. Sem brincadeira, eu não sabia pra onde olhar, só tinha gato desfilando naquele lugar. Então avistei um alemão e claro dei um jeito de puxar papo, mas ele era meio bobo dai desencanei. Foi quando chegou um gatinho meio japinha na porta e pediu uma informação pro brasileiro – que eu tinha feito amizade – aproveitei, me aproximei e descobri que ele também era brasileiro e tinha acabado de chegar em Miami, ficamos um tempão na porta conversando e ele era super fofo e interessante, na hora já desisti da ideia do alemão e pensei “Miss Piri, eu sei que você esta em Miami, mas vai pegar um brasileiro, porque esse merece”. De lá fomos pra um tal de Mango – lugar latino meio zuado – mas a cia do brasileiro japinha tava ótima e foi lá que a Miss Piri deu o bote. Adorei ter conhecido ele, foi uma pena que no dia seguinte logo cedo fui embora. Ainda mantivemos o contato por uns dois meses depois disso. Ele morava na Espanha, então nunca mais vi e nem falei com ele. Uma pena!

Dia 3 de Janeiro e era hora de voltar pra DC, comecei a maratona visitar amigos. Fui na casa da minha ex host family, foi super legal, as crianças estavam enormes, foi um choque! Revi muitas pessoas, foi bem massa! Fui pra várias baladas – peguei mais dois (eita, essa viagem rendeu!). Ah! Já ia esquecendo que durante essa viagem toda, o babe ficou mandando mensagem e me ligando, essa também é outra história que já contei aqui. Enfim, fui embora duas semanas depois.

Essas férias foram marcantes, porque exatamente depois de um ano voltei pra ver como as coisas estavam na terrinha do Obama. Na época não senti vontade de ficar porque no Brasil minha vida estava indo bem. Acabei ficando mais um ano no Brasil e hoje estou de volta morando nos Estados Unidos... é, eu sei, esse vai e volta, vai e volta é difícil de explicar (risos).

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quarta-feira, 27 de março de 2013

Férias de 2011 nos EUA – DC e Miami


Cheguei em DC e já fui pro Union Jack's – pub na Virgínia que eu batia cartão na época de au pair – e para vocês terem noção de como eu ia tanto naquele lugar, eu cheguei na porta e o segurança disse “Nossa, faz um ano que você não vem aqui”. Depois de lá fomos pra uma balada em DC, e para tirar a zica peguei um americano gatenho, mas não curti muito não, o cara era meio metido.

Três dias depois, era véspera de ano novo. De manhã bem cedo, pegamos – eu e uma amiga – o avião para Miami. Chegamos em South Beach, o clima estava bem diferente, muito calor e sol. Passeamos pela praia, encontramos outras amigas, e mais tarde voltamos para fazer check in no hostel (Miami Beach International Hostel). E que maravilha de hostel, viu?! Foi a segunda vez que me hospedei la e recomendo para pessoas solteiras. É super agitado a noite e o dia todo, o lobby e a frente do hostel estão sempre cheios de gente de todos os cantos do mundo e dispostos a fazer amizade.

Quase todos vestidos de branco, estávamos prontos para sair pelas ruas de Miami. Passamos a contagem regressiva na praia, depois fomos pra uma festa numa balada que tínhamos comprado ingresso, mas chegamos na porta não queriam deixar a gente entrar. Eu já estava bem bêbada comecei a reclamar com o segurança, disse que não cagava dinheiro e até que ia processar – gente bêbada é uma merda mesmo! No fim, resolvi parar de reclamar e ser legal, daí o cara nos deixou entrar. Até hoje não entendi o rolo, sei que pagamos 75 pau no ingresso pela internet e chegou la disseram que a festa tinha acabado. Atenção quando comprarem ingressos pra essas festas, não é a primeira vez que isso acontece comigo, aconteceu outra vez em NY, já contei aqui no blog.

A festa tava uma porcaria – como esperado, ficamos pouco tempo lá e resolvemos ir embora. No dia seguinte, passamos o dia na praia, estava super calor. Estávamos numa galera: brasileiros, russos e até árabe. Como a maioria era brasileiro – como sempre – arrastamos a galera pra comer nossa comida. A noite, fomos pra balada Nikki Beach. Essa foi a balada que na primeira vez que fui pra Miami, em 2009, eu dei PT e as minhas amigas me largaram num sofá e eu fiquei lá a noite toda... já fiz um post sobre isso também. Depois de anos, finalmente voltei lá pra conferir o que perdi da primeira vez. E pra falar a verdade não tava muito boa não, pode ser que era o dia BUT mesmo assim achei um inglesinho pegável pra pegar (risos).

No dia 2 de Janeiro, o dia não tava tão bonito e não deu praia. Então resolvemos ficar pelo hostel mesmo chilling out com a galera, fiz amizade com brasileiro super gente fina e ficamos papeando e bebendo cerveja. Sem brincadeira, eu não sabia pra onde olhar, só tinha gato desfilando naquele lugar. Então avistei um alemão e claro dei um jeito de puxar papo, mas ele era meio bobo dai desencanei. Foi quando chegou um gatinho meio japinha na porta e pediu uma informação pro brasileiro – que eu tinha feito amizade – aproveitei, me aproximei e descobri que ele também era brasileiro e tinha acabado de chegar em Miami, ficamos um tempão na porta conversando e ele era super fofo e interessante, na hora já desisti da ideia do alemão e pensei “Miss Piri, eu sei que você esta em Miami, mas vai pegar um brasileiro, porque esse merece”. De lá fomos pra um tal de Mango – lugar latino meio zuado – mas a cia do brasileiro japinha tava ótima e foi lá que a Miss Piri deu o bote. Adorei ter conhecido ele, foi uma pena que no dia seguinte logo cedo fui embora. Ainda mantivemos o contato por uns dois meses depois disso. Ele morava na Espanha, então nunca mais vi e nem falei com ele. Uma pena!

Dia 3 de Janeiro e era hora de voltar pra DC, comecei a maratona visitar amigos. Fui na casa da minha ex host family, foi super legal, as crianças estavam enormes, foi um choque! Revi muitas pessoas, foi bem massa! Fui pra várias baladas – peguei mais dois (eita, essa viagem rendeu!). Ah! Já ia esquecendo que durante essa viagem toda, o babe ficou mandando mensagem e me ligando, essa também é outra história que já contei aqui. Enfim, fui embora duas semanas depois.

Essas férias foram marcantes, porque exatamente depois de um ano voltei pra ver como as coisas estavam na terrinha do Obama. Na época não senti vontade de ficar porque no Brasil minha vida estava indo bem. Acabei ficando mais um ano no Brasil e hoje estou de volta morando nos Estados Unidos... é, eu sei, esse vai e volta, vai e volta é difícil de explicar (risos).

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