domingo, 8 de maio de 2011

Tô apertada, vamos atrás daquela árvore.


Na vida de au pair não existe ficar um fim de semana dentro de casa de host family, ou você sai, ou fica com a sensação de que trabalhou no seu fim de semana de folga. Ainda bem que sempre tive amigas camaradas, e que tinham esquemas todo freaking weekend.

Num belo fim de semana de Outono, uma amiga minha – que apelidarei de Mulher Gato – arrumou um esquema. Ela conhecia outras au pairs que moravam na Carolina do Sul, e que iam passear em DC com uns peguetes que elas arrumaram, eles combinaram de ir numa balada em que conheciam o dono. Conheciam o dono? Certeza que seria mesa VIP e bebida na faixa, claro que eu e a Mulher Gato nos infiltramos no esquema.

E lá vamos nós, deixei meu carro no estacionamento e pegamos o metro. Chegamos na balada e a tal galera já estava lá... entramos, e como esperado, vodka a noite inteira na faixa. Não tinha nenhum cara que desse pra pegar, mas a galera era gente boa e foi muito divertido.

Depois de incontáveis copos de vodka com tudo quanto é coisa, a balada fechou e essas alturas eu e a Mulher Gato estavamos beeem pra lá de bêbadas. Fomos as últimas a sair, e só saimos porque os funcionários já estavam até varrendo o local, as luzes estavam acesas e o DJ já tinha desligado o som.

Já na rua, agradecemos a todos, demos tchau e seguimos nosso caminho, sem perceber que já era super tarde e o metro já tinha fechado. Depois de andar uns 2 quarterões que a Mulher Gato olhou no relógio e disse “Mari, o metro já fechou”. Que vacilo! Estamos bem longinho de casa e do estacionamento que havia deixado meu carro. Mas não tinha outro jeito e pegamos um taxi até meu carro, lembro que fui o caminho todo tontinha, com a janela aberta e com a cabeça pra fora, me contorcendo porque queria fazer xixi, e no estado que eu tava se demorasse mais um pouquinho eu ia fazer nas calças.

Assim que descemos do taxi, a Mulher Gato também tava muito apertada, pagamos o taxi, mal esperamos ele ir embora e corremos pra trás da primeira árvore que avistamos, baixamos as calças e fizemos xixi ali mesmo. O xixi não acabava mais, e ainda com as calças arriadas é que percebemos que a árvore não tinha uma freaking folha pra nos tampar, tava peladinha,seca, não escondia nada... Claro, era OUTONO!

Já que não tinha jeito mesmo e nossas bundas à mostra, caimos na risada. Quando terminamos, fomos pegar o carro. Eu morava à mais ou menos 3 minutos de distância dali, só que a bebedera era tanta que eu não tinha condições nem de ligar o carro, muito menos ir pra casa. E acabamos dormindo lá mesmo. Essa do xixi ficou pra história, depois disso, toda árvore que viamos sem nenhuma folha, era motivo de piada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

domingo, 8 de maio de 2011

Tô apertada, vamos atrás daquela árvore.


Na vida de au pair não existe ficar um fim de semana dentro de casa de host family, ou você sai, ou fica com a sensação de que trabalhou no seu fim de semana de folga. Ainda bem que sempre tive amigas camaradas, e que tinham esquemas todo freaking weekend.

Num belo fim de semana de Outono, uma amiga minha – que apelidarei de Mulher Gato – arrumou um esquema. Ela conhecia outras au pairs que moravam na Carolina do Sul, e que iam passear em DC com uns peguetes que elas arrumaram, eles combinaram de ir numa balada em que conheciam o dono. Conheciam o dono? Certeza que seria mesa VIP e bebida na faixa, claro que eu e a Mulher Gato nos infiltramos no esquema.

E lá vamos nós, deixei meu carro no estacionamento e pegamos o metro. Chegamos na balada e a tal galera já estava lá... entramos, e como esperado, vodka a noite inteira na faixa. Não tinha nenhum cara que desse pra pegar, mas a galera era gente boa e foi muito divertido.

Depois de incontáveis copos de vodka com tudo quanto é coisa, a balada fechou e essas alturas eu e a Mulher Gato estavamos beeem pra lá de bêbadas. Fomos as últimas a sair, e só saimos porque os funcionários já estavam até varrendo o local, as luzes estavam acesas e o DJ já tinha desligado o som.

Já na rua, agradecemos a todos, demos tchau e seguimos nosso caminho, sem perceber que já era super tarde e o metro já tinha fechado. Depois de andar uns 2 quarterões que a Mulher Gato olhou no relógio e disse “Mari, o metro já fechou”. Que vacilo! Estamos bem longinho de casa e do estacionamento que havia deixado meu carro. Mas não tinha outro jeito e pegamos um taxi até meu carro, lembro que fui o caminho todo tontinha, com a janela aberta e com a cabeça pra fora, me contorcendo porque queria fazer xixi, e no estado que eu tava se demorasse mais um pouquinho eu ia fazer nas calças.

Assim que descemos do taxi, a Mulher Gato também tava muito apertada, pagamos o taxi, mal esperamos ele ir embora e corremos pra trás da primeira árvore que avistamos, baixamos as calças e fizemos xixi ali mesmo. O xixi não acabava mais, e ainda com as calças arriadas é que percebemos que a árvore não tinha uma freaking folha pra nos tampar, tava peladinha,seca, não escondia nada... Claro, era OUTONO!

Já que não tinha jeito mesmo e nossas bundas à mostra, caimos na risada. Quando terminamos, fomos pegar o carro. Eu morava à mais ou menos 3 minutos de distância dali, só que a bebedera era tanta que eu não tinha condições nem de ligar o carro, muito menos ir pra casa. E acabamos dormindo lá mesmo. Essa do xixi ficou pra história, depois disso, toda árvore que viamos sem nenhuma folha, era motivo de piada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Receba um e-mail quando o blog for atualizado