quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A volta não é fácil


Quando eu cheguei na casa da minha host family pela primeira vez, já tinha um computador no meu quarto e eu ficava a noite toda na internet conversando com amigos do Brasil, mas na segunda semana que estava lá, o computador quebrou. Eu ainda não tinha laptop, fiquei sem comunicação com o Brasil. Eu usava o computador deles de vez em quando para olhar meus e-mails, mas não conseguia acessar MSN, orkut, facebook e nada disso porque meu host bloqueava por causa das crianças.

Foi quando bateu o primeiro desespero, eu me toquei que estava ali, sem amigos por perto, sem pessoas que pudessem falar Português comigo, na primeira noite sem o computador no meu quarto eu fui dormir chorando, eu me senti tão sozinha e perdida, abandonada num porão de uma família que eu tinha acabado de conhecer. Foi horrível.

Eles demoraram um mês para consertar o computador, eu já tinha comprado um GPS e não tinha mais medo de me perder. Então depois do meu expediente, eu pegava o carro e cada dia ia na casa de uma Aupair diferente para usar a internet. E assim, sem querer, meu ciclo de amizade foi aumentando e a minha necessidade de ficar online em contato com o que estava acontecendo no Brasil sumiu.

Quando me dei conta, eu já tirava de letra as dificuldades que encontrava no dia a dia, eu não me sentia mais sozinha, eu fui me acostumando à uma vida completamente diferente, eu conheci pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo, preconceitos que eu tinha foram banidos, eu criei à minha volta um lar, minha mente foi aberta e eu adquiri conhecimentos e vivi coisas jamais imaginadas pela minha pessoa antes dessa experiência. Eu mudei.

Cada dia foi importante, cada pessoa que eu conheci e cada momento que eu vivi foram cruciais. Os sofrimentos e as alegrias, tudo. Peguei pra mim costumes americanos, não os maus, mas os bons, inseri na minha cultura o que achei de mais interessante no povo americano, como: reciclar, não jogar lixo na rua em nenhuma hipótese, não desperdiçar comida, não reparar na roupa e nem cuidar da vida dos outros, cumprimentar os vizinhos, dançar de qualquer jeito...

Em muitos momentos senti muita falta do meu país, da minha família, da minha casa, dos meus amigos, da comida, do senso de humor brasileiro, dos programas de televisão, da alegria do povo mesmo sendo uma população pobre em sua maioria, dos churrascos...

O que eu vivi nos Estados Unidos foi inesquecível, mas qual seria a razão de ficar lá pra sempre, sem poder sentir o gostinho do país que eu nasci e vivi 24 anos da minha vida? Pensei comigo “Preciso viver o Brasil, matar a saudade, preciso dar uma chance para ver o que acontece” por isso voltei.

Eu não arrumei emprego ainda – motivo: ofertas de salário vergonhosas – não desisti, ainda estou à procura. É estranho morar de novo na casa dos pais, eu tenho quase 27 anos e a minha mãe ainda tem umas preocupações que me irritam. Brigas com irmãos começam, mancadas dos amigos também, ouvir cantada de peão na rua faz parte, metro lotado e gente mau educada no trânsito, crianças pedindo esmola... Ai as coisas boas começam a passar... saudade da família...passa, saudade da comida... passa, saudade dos amigos... passa. O mesmo desespero que senti quando o computador do meu quarto quebrou, eu senti depois que mágica de estar de volta passou.

Quando você mora fora, você muda. Mas quando você está de volta pra casa percebe que tudo e todos serão sempre os mesmos. É como se eles tivessem parado no tempo enquanto você estava vivendo.

PS: atingi mais de 100 seguidores. Uhuuuu, valeu galera =)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Última semana nos Estados Unidos



(Texto escrito há 3 semanas, antes de eu chegar no Brasil)

Hoje eu volto pra casa, depois de 2 anos muito, muito longe. Eu mal posso explicar o sentimento, só garanto que é muito ruím. A nova Aupair – que vai me substituir – já chegou. Eu já mudei para outro quarto, minhas coisas já estão todas empacotadas, não tenho mais celular, não tenho mais a chave do carro, e as minhas crianças já estão até acostumados com a idéia. Hoje depois da janta meu menino de 4 anos veio no meu quarto me falar “Mari, your car is Tereza's car now”. Eu ri.

Muitas vezes eu quis ficar, muitas vezes eu quis ir embora. Mas agora que chegou a hora, eu começo a pensar nas coisas boas que eu vivi aqui e que tudo passou e vai ter que ficar pra trás. Mas, a vida é assim, o mundo deu muitas voltas e no fim eu vi que eu tinha mesmo que voltar pro Brasil. Tristezas à parte, na minha última semana por aqui teve um feriado no meio. Então, resolvi me acabar de sair. Consegui ver todos os amigos que eu queria me despedir, isso foi muito bom.

Sai 5 dias seguidos - de quarta à domingo - comecei a jornada, adivinha onde? No Union Jack's, claro, o barsinho que vivi várias histórias (principalmente no Happy Hour). Tava bem legal, cheio de gatos. Logo que entrei já bati o olho em um e comentei com as meninas... E uma das minhas amigas cutucou ele e apontou pra mim e ele veio falar comigo (passei mô vergonha, mas valeu a pena). O cara foi modelo, modelo mesmo, profissional... ele me mostrou umas fotos no celular de uns trabalhos que ele fez... e na hora pensei “Nossa Senhora, eu não creio que esse cara tá me dando moral”. Sério, o cara era muito gato. Alto, cabelo loiro escuro, olhos esverdiados. Tórax, barriguinha, bíceps, tudo nele era uma delicinha. Dançamos, conversamos e tal. Não rolou beijo – é bem raro conseguir beijar um americano logo que conhece – mas ele pediu meu telefone. E eu, claro, já logo avisei que ia embora de volta pro Brasil na terça-feira e ele disse que me ligaria antes.

Chegou sexta e ele não tinha ligado, então eu resolvi mandar mensagem na caruda. Ele me respondeu e nos encontrando numa balada. Dançamos o tempo todo, beijei ele, mas como americano não beija de língua, ele ficou impressionado, começou até a suar. Eu não tava acreditando que estava com um monumento daquele: Gato, bem vestido e cheiroso, e ele que estava nervoso porque eu o beijei de verdade. Cada uma, eu ri.

Eu não via a hora da balada fechar pra ele me convidar pra ir pra casa dele (vaca - rs). No fim das contas, as minhas amigas foram embora, eu fiquei lá com ele, mas acabei descubrindo que o belezinha morava com os pais, ou seja, lá vai a Mari voltar pra casa chupando o dedo. Liguei pras meninas e elas voltaram pra me pegar. Fiquei frustrada de ter que ir pra casa dormir sozinha e deixar aquele corpinho ir embora. Como eu não tinha tempo para perder, no sábado, mandei mensagem de novo. Mas ele nunca me respondeu. Acho que ficou com medo de mim.

Bom, no sábado lá vai eu e umas amigas na nossa quarta noite consecutiva saindo de balada. Fomos pra uma balada em DC que eu já tinha ido algumas vezes e gostei. Estava eu dançando sussegada, quando entra um carinha que eu já tinha pegado no Verão passado e que no último mês eu trombei ele umas 4 vezes em lugares aleatórios. Dessa vez, ele resolveu vir falar comigo. Se aproximou e disse “Eu lembro de vc, como é seu nome mesmo?” e ele puxou um papinho e depois vazou e não voltou mais. Ainda bem, porque ele até que é bem bonitinho, mas muito idiotão. PS: já contei dele nesse post aqui: Casos de Happy Hour. Ele é o metrosexual.

No domingo o destino foi DC também. A balada que fomos tava meio vazia – o pessoal é meio mole , mesmo sendo feriado na segunda, são poucas baladas que abrem – mas tava divertido, ficamos lá umas horinhas e resolvemos ir embora depois que começou a chegar muito cara chato na gente. A motorista tinha bebido um copo de vodka com suco e deu o carro pra outra menina dirigir – que tinha bebido 5 vezes mais do que ela, o carro não era meu e eu não as conhecia muito bem, então nem palpitei – estavamos no nosso caminho, indo para casa, quando a motorista começou a fazer graça com os caras do carro do lado. Não deu em nada e os caras vazaram, um pouco depois uma luz de cegar estava nos seguindo. Sim, era a polícia.

Pronto, o fiofó prendeu, já estavamos certa de que a motorista ia ser presa. A dona do carro estava em pânico, ela é peruana e ficava falando em espanhol misturado com inglês “Vamos a ser arretado. My car can't have tickets”. Enquanto isso eu e a minha amiga no banco de trás reviravamos as bolsas à procura de um chiclete para disfarçar o bafo de alcóol da motorista.

Depois de uma pequena espera, uma policial veio falar com a gente, perguntou um monte de coisas, pediu a carta de motorista e documentos do carro. Chamou a motorista para conversar lá fora, foi aí que tivemos certeza que iriamos passar a noite na delegacia. Quando a menina voltou foi uma surpresa, a policial não deu multa, não deu teste de bafometro e nada. Só pediu para ela dirigir com mais atenção porque sentiu cheiro de alcoól dentro do carro e acreditava que vinha dos outros passageiros. Foi uma puta sorte, porque a menina que dirigia já tinha dois registros na policia por dirigir bêbada e um pouco antes de deixarmos a balada naquela noite, ela tinha acabado de tomar 2 shots de sei lá o que. E eu e as outras duas meninas que tinhamos bebido quase nada (ou nada) que saimos de bêbadas da história... Hahahahah.

Me diverti muito e aproveitei bem minha última semana nos Estados Unidos, só faltou pegar de jeito o bonitão modelo para fechar com chave de ouro. Mas ele e a América que me aguarde... um dia eu ainda volto.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A volta não é fácil


Quando eu cheguei na casa da minha host family pela primeira vez, já tinha um computador no meu quarto e eu ficava a noite toda na internet conversando com amigos do Brasil, mas na segunda semana que estava lá, o computador quebrou. Eu ainda não tinha laptop, fiquei sem comunicação com o Brasil. Eu usava o computador deles de vez em quando para olhar meus e-mails, mas não conseguia acessar MSN, orkut, facebook e nada disso porque meu host bloqueava por causa das crianças.

Foi quando bateu o primeiro desespero, eu me toquei que estava ali, sem amigos por perto, sem pessoas que pudessem falar Português comigo, na primeira noite sem o computador no meu quarto eu fui dormir chorando, eu me senti tão sozinha e perdida, abandonada num porão de uma família que eu tinha acabado de conhecer. Foi horrível.

Eles demoraram um mês para consertar o computador, eu já tinha comprado um GPS e não tinha mais medo de me perder. Então depois do meu expediente, eu pegava o carro e cada dia ia na casa de uma Aupair diferente para usar a internet. E assim, sem querer, meu ciclo de amizade foi aumentando e a minha necessidade de ficar online em contato com o que estava acontecendo no Brasil sumiu.

Quando me dei conta, eu já tirava de letra as dificuldades que encontrava no dia a dia, eu não me sentia mais sozinha, eu fui me acostumando à uma vida completamente diferente, eu conheci pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo, preconceitos que eu tinha foram banidos, eu criei à minha volta um lar, minha mente foi aberta e eu adquiri conhecimentos e vivi coisas jamais imaginadas pela minha pessoa antes dessa experiência. Eu mudei.

Cada dia foi importante, cada pessoa que eu conheci e cada momento que eu vivi foram cruciais. Os sofrimentos e as alegrias, tudo. Peguei pra mim costumes americanos, não os maus, mas os bons, inseri na minha cultura o que achei de mais interessante no povo americano, como: reciclar, não jogar lixo na rua em nenhuma hipótese, não desperdiçar comida, não reparar na roupa e nem cuidar da vida dos outros, cumprimentar os vizinhos, dançar de qualquer jeito...

Em muitos momentos senti muita falta do meu país, da minha família, da minha casa, dos meus amigos, da comida, do senso de humor brasileiro, dos programas de televisão, da alegria do povo mesmo sendo uma população pobre em sua maioria, dos churrascos...

O que eu vivi nos Estados Unidos foi inesquecível, mas qual seria a razão de ficar lá pra sempre, sem poder sentir o gostinho do país que eu nasci e vivi 24 anos da minha vida? Pensei comigo “Preciso viver o Brasil, matar a saudade, preciso dar uma chance para ver o que acontece” por isso voltei.

Eu não arrumei emprego ainda – motivo: ofertas de salário vergonhosas – não desisti, ainda estou à procura. É estranho morar de novo na casa dos pais, eu tenho quase 27 anos e a minha mãe ainda tem umas preocupações que me irritam. Brigas com irmãos começam, mancadas dos amigos também, ouvir cantada de peão na rua faz parte, metro lotado e gente mau educada no trânsito, crianças pedindo esmola... Ai as coisas boas começam a passar... saudade da família...passa, saudade da comida... passa, saudade dos amigos... passa. O mesmo desespero que senti quando o computador do meu quarto quebrou, eu senti depois que mágica de estar de volta passou.

Quando você mora fora, você muda. Mas quando você está de volta pra casa percebe que tudo e todos serão sempre os mesmos. É como se eles tivessem parado no tempo enquanto você estava vivendo.

PS: atingi mais de 100 seguidores. Uhuuuu, valeu galera =)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Última semana nos Estados Unidos



(Texto escrito há 3 semanas, antes de eu chegar no Brasil)

Hoje eu volto pra casa, depois de 2 anos muito, muito longe. Eu mal posso explicar o sentimento, só garanto que é muito ruím. A nova Aupair – que vai me substituir – já chegou. Eu já mudei para outro quarto, minhas coisas já estão todas empacotadas, não tenho mais celular, não tenho mais a chave do carro, e as minhas crianças já estão até acostumados com a idéia. Hoje depois da janta meu menino de 4 anos veio no meu quarto me falar “Mari, your car is Tereza's car now”. Eu ri.

Muitas vezes eu quis ficar, muitas vezes eu quis ir embora. Mas agora que chegou a hora, eu começo a pensar nas coisas boas que eu vivi aqui e que tudo passou e vai ter que ficar pra trás. Mas, a vida é assim, o mundo deu muitas voltas e no fim eu vi que eu tinha mesmo que voltar pro Brasil. Tristezas à parte, na minha última semana por aqui teve um feriado no meio. Então, resolvi me acabar de sair. Consegui ver todos os amigos que eu queria me despedir, isso foi muito bom.

Sai 5 dias seguidos - de quarta à domingo - comecei a jornada, adivinha onde? No Union Jack's, claro, o barsinho que vivi várias histórias (principalmente no Happy Hour). Tava bem legal, cheio de gatos. Logo que entrei já bati o olho em um e comentei com as meninas... E uma das minhas amigas cutucou ele e apontou pra mim e ele veio falar comigo (passei mô vergonha, mas valeu a pena). O cara foi modelo, modelo mesmo, profissional... ele me mostrou umas fotos no celular de uns trabalhos que ele fez... e na hora pensei “Nossa Senhora, eu não creio que esse cara tá me dando moral”. Sério, o cara era muito gato. Alto, cabelo loiro escuro, olhos esverdiados. Tórax, barriguinha, bíceps, tudo nele era uma delicinha. Dançamos, conversamos e tal. Não rolou beijo – é bem raro conseguir beijar um americano logo que conhece – mas ele pediu meu telefone. E eu, claro, já logo avisei que ia embora de volta pro Brasil na terça-feira e ele disse que me ligaria antes.

Chegou sexta e ele não tinha ligado, então eu resolvi mandar mensagem na caruda. Ele me respondeu e nos encontrando numa balada. Dançamos o tempo todo, beijei ele, mas como americano não beija de língua, ele ficou impressionado, começou até a suar. Eu não tava acreditando que estava com um monumento daquele: Gato, bem vestido e cheiroso, e ele que estava nervoso porque eu o beijei de verdade. Cada uma, eu ri.

Eu não via a hora da balada fechar pra ele me convidar pra ir pra casa dele (vaca - rs). No fim das contas, as minhas amigas foram embora, eu fiquei lá com ele, mas acabei descubrindo que o belezinha morava com os pais, ou seja, lá vai a Mari voltar pra casa chupando o dedo. Liguei pras meninas e elas voltaram pra me pegar. Fiquei frustrada de ter que ir pra casa dormir sozinha e deixar aquele corpinho ir embora. Como eu não tinha tempo para perder, no sábado, mandei mensagem de novo. Mas ele nunca me respondeu. Acho que ficou com medo de mim.

Bom, no sábado lá vai eu e umas amigas na nossa quarta noite consecutiva saindo de balada. Fomos pra uma balada em DC que eu já tinha ido algumas vezes e gostei. Estava eu dançando sussegada, quando entra um carinha que eu já tinha pegado no Verão passado e que no último mês eu trombei ele umas 4 vezes em lugares aleatórios. Dessa vez, ele resolveu vir falar comigo. Se aproximou e disse “Eu lembro de vc, como é seu nome mesmo?” e ele puxou um papinho e depois vazou e não voltou mais. Ainda bem, porque ele até que é bem bonitinho, mas muito idiotão. PS: já contei dele nesse post aqui: Casos de Happy Hour. Ele é o metrosexual.

No domingo o destino foi DC também. A balada que fomos tava meio vazia – o pessoal é meio mole , mesmo sendo feriado na segunda, são poucas baladas que abrem – mas tava divertido, ficamos lá umas horinhas e resolvemos ir embora depois que começou a chegar muito cara chato na gente. A motorista tinha bebido um copo de vodka com suco e deu o carro pra outra menina dirigir – que tinha bebido 5 vezes mais do que ela, o carro não era meu e eu não as conhecia muito bem, então nem palpitei – estavamos no nosso caminho, indo para casa, quando a motorista começou a fazer graça com os caras do carro do lado. Não deu em nada e os caras vazaram, um pouco depois uma luz de cegar estava nos seguindo. Sim, era a polícia.

Pronto, o fiofó prendeu, já estavamos certa de que a motorista ia ser presa. A dona do carro estava em pânico, ela é peruana e ficava falando em espanhol misturado com inglês “Vamos a ser arretado. My car can't have tickets”. Enquanto isso eu e a minha amiga no banco de trás reviravamos as bolsas à procura de um chiclete para disfarçar o bafo de alcóol da motorista.

Depois de uma pequena espera, uma policial veio falar com a gente, perguntou um monte de coisas, pediu a carta de motorista e documentos do carro. Chamou a motorista para conversar lá fora, foi aí que tivemos certeza que iriamos passar a noite na delegacia. Quando a menina voltou foi uma surpresa, a policial não deu multa, não deu teste de bafometro e nada. Só pediu para ela dirigir com mais atenção porque sentiu cheiro de alcoól dentro do carro e acreditava que vinha dos outros passageiros. Foi uma puta sorte, porque a menina que dirigia já tinha dois registros na policia por dirigir bêbada e um pouco antes de deixarmos a balada naquela noite, ela tinha acabado de tomar 2 shots de sei lá o que. E eu e as outras duas meninas que tinhamos bebido quase nada (ou nada) que saimos de bêbadas da história... Hahahahah.

Me diverti muito e aproveitei bem minha última semana nos Estados Unidos, só faltou pegar de jeito o bonitão modelo para fechar com chave de ouro. Mas ele e a América que me aguarde... um dia eu ainda volto.

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