terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ele era um monstro


As músicas da Lady Gaga tem me inspirado bastante ultimamente. No último CD dela tem uma música chamada "Monster". Na música ela conta que conheceu um cara e não conseguia parar de olhar nos olhos dele. Acabou o levando pra casa, e ele era um lobo disfarçado e comeu seu coração e seu cérebro. Eu via essa música como coisa de filme, bem fantasia. Até que uma noite, num sentido figurado, eu virei a Lady Gaga e um louco que conheci virou o Lobo Mal que ela diz nessa música.



Numa viagem conheci um russo numa balada, começamos a conversar e aos poucos ele foi me contando sua vida, depois de várias vodkas e muita conversa eu me sentia como se tivesse lido um livro sobre a vida dele, eu achei ele um pouco metido. Mas ele tinha alguma coisa que me hipnotizava. Eu senti que ele queria me pegar, mas não queria dar o gostinho de falar. Eu falei que tinha namorado, ele não perguntou, mas soltei porque encaixou no meio de um assunto que estavamos conversando. Percebi logo que ele ficou desapontado na hora então pensei "Yes, cortei as asinhas dele".

Durante a noite toda foram conversas e mais conversas, o cara tinha uma lábia que eu não acreditava. E isso que ele me disse que falava duas línguas e meia, quando perguntei quais eram ele disse russo, francês e meio inglês. Ele jamais podia considerar que falava meio inglês, pois além de se comunicar e expressar opiniões, ele tentou me convencer que eu tinha que ir pro apartamento dele fazer sexo com ele. Podem rir e achar um absurdo, porque nessa hora eu fiquei pasma e mijei de rir. Mas continuei a conversa, porque ele era simplismente fascinante, eu me senti a Bella, no filme "Crepúsculo", quando conhece o Edward. Juro que ele tinha algo que me segurava lá, fazia eu esquecer tudo ao redor, a música, as minhas amigas, a balada, fazia eu querer ficar conversando e olhando nos olhos dele.

Eu falei que eu não ia pra lugar nenhum com ele porque eu não estava a fim. E o mais engraçado era ele tentando me explicar que hoje em dia não é visto como coisa feia, duas pessoas que acabaram de se conhecer transarem. Deixei ele dar as explicações dele, quando ele perguntou se eu concordava, eu disse que sim, que eu também não via o sexo como um tabu, só que eu simplismente não estava a fim.

Imaginem a minha cara diante dessa figura. Ele falava essas coisas tão naturalmente que eu fiquei sem reação e só ria. Eu falei que ele era a pessoa mais cara de pau que eu já havia conhecido na face da terra. E ele dizia: - Mas, porque? Eu só estou sendo sincero, eu sou assim. - Eu tive a maior paciência do mundo, uma porque eu estava bêbada, duas porque apesar dele ser sincero até demais da conta, o senso de humor dele era o melhor (coisa que americano não tem) e fora que ele era uma gracinha. Ele não sussegou a noite inteira, mas, por azar dele, empreguinou na menina errada e não conseguiu a gozada da noite.

Eu perguntei quais garotas ele estava acostumado a sair, ele disse que americanas, então perguntei como elas eram. E ele disse: - Bom, elas gostam de dar. - Taí, mal acostumado é isso que dá.

Fui embora, e ele encheu meu saco pra que eu ligasse no dia seguinte para encontra-lo. Não liguei, é lógico. Mas ele mandou mensagem e eu respondi dizendo que já estava de volta em DC, e ele perguntou quando eu voltaria e eu disse que breve.

Um tempinho depois do episódio, eu resolvi mandar uma mensagem pra criatura dizendo que talvez estava indo pra lá visitar uma amiga. Eu confesso que eu queria muito encontra-lo de novo, o cara não saia da minha cabeça, até googlar coisas sobre a Russia eu fiz. Foi ai que eu tive a surpresa, ele me respondeu que não me encontraria não, porque não queria ficar na vontade que nem eu o deixei da última vez.

Como dizia o Cazé Pesanha, em seu programa na MTV: "NA CARA, NA CARA, NA CARA". Bem no meio da minha fuça, uma resposta dessa até doeu. Fiquei puta da vida o dia inteiro que recebi essa mensagem, mandei outra mensagem perguntando se ele tava brincando, e ele disse que não. Respondi que beleza e que não ia discutir.

Pensando por outro lado, ele não estava falando nada além da verdade, ele só estava numa balada procurando diversão, mas não precisava ser tão estúpido. Se ele fosse um pouco mais esperto, talvez até conseguiria o que ele tava querendo dessa vez, mas foi burro. Como diz na música da Lady Gaga "That boy is a monster. That boy is monster". Esse eu não vou esquecer mais.

3 comentários:

  1. Mari, adoro seu blog!!! Você escreve muito bem!!! Beijos

    ResponderExcluir
  2. hahaha.. nunca confiei nos russos.. uhauahuahua.. eles tem muito alcool na cabeça!!!! =)

    Te cuida com o lobo.. a nao ser que vc seja uma very bad chapeuzinho veremelho!!!;)

    bjjjs

    ResponderExcluir
  3. Oi Mari, espero te ver nos EUA também, estou preenchendo meu APP, mas se Deus quiser em julho estarei aí!!!
    Assista sim o documentário, essa mulher é muito boa!!!
    Beijos

    ResponderExcluir

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ele era um monstro


As músicas da Lady Gaga tem me inspirado bastante ultimamente. No último CD dela tem uma música chamada "Monster". Na música ela conta que conheceu um cara e não conseguia parar de olhar nos olhos dele. Acabou o levando pra casa, e ele era um lobo disfarçado e comeu seu coração e seu cérebro. Eu via essa música como coisa de filme, bem fantasia. Até que uma noite, num sentido figurado, eu virei a Lady Gaga e um louco que conheci virou o Lobo Mal que ela diz nessa música.



Numa viagem conheci um russo numa balada, começamos a conversar e aos poucos ele foi me contando sua vida, depois de várias vodkas e muita conversa eu me sentia como se tivesse lido um livro sobre a vida dele, eu achei ele um pouco metido. Mas ele tinha alguma coisa que me hipnotizava. Eu senti que ele queria me pegar, mas não queria dar o gostinho de falar. Eu falei que tinha namorado, ele não perguntou, mas soltei porque encaixou no meio de um assunto que estavamos conversando. Percebi logo que ele ficou desapontado na hora então pensei "Yes, cortei as asinhas dele".

Durante a noite toda foram conversas e mais conversas, o cara tinha uma lábia que eu não acreditava. E isso que ele me disse que falava duas línguas e meia, quando perguntei quais eram ele disse russo, francês e meio inglês. Ele jamais podia considerar que falava meio inglês, pois além de se comunicar e expressar opiniões, ele tentou me convencer que eu tinha que ir pro apartamento dele fazer sexo com ele. Podem rir e achar um absurdo, porque nessa hora eu fiquei pasma e mijei de rir. Mas continuei a conversa, porque ele era simplismente fascinante, eu me senti a Bella, no filme "Crepúsculo", quando conhece o Edward. Juro que ele tinha algo que me segurava lá, fazia eu esquecer tudo ao redor, a música, as minhas amigas, a balada, fazia eu querer ficar conversando e olhando nos olhos dele.

Eu falei que eu não ia pra lugar nenhum com ele porque eu não estava a fim. E o mais engraçado era ele tentando me explicar que hoje em dia não é visto como coisa feia, duas pessoas que acabaram de se conhecer transarem. Deixei ele dar as explicações dele, quando ele perguntou se eu concordava, eu disse que sim, que eu também não via o sexo como um tabu, só que eu simplismente não estava a fim.

Imaginem a minha cara diante dessa figura. Ele falava essas coisas tão naturalmente que eu fiquei sem reação e só ria. Eu falei que ele era a pessoa mais cara de pau que eu já havia conhecido na face da terra. E ele dizia: - Mas, porque? Eu só estou sendo sincero, eu sou assim. - Eu tive a maior paciência do mundo, uma porque eu estava bêbada, duas porque apesar dele ser sincero até demais da conta, o senso de humor dele era o melhor (coisa que americano não tem) e fora que ele era uma gracinha. Ele não sussegou a noite inteira, mas, por azar dele, empreguinou na menina errada e não conseguiu a gozada da noite.

Eu perguntei quais garotas ele estava acostumado a sair, ele disse que americanas, então perguntei como elas eram. E ele disse: - Bom, elas gostam de dar. - Taí, mal acostumado é isso que dá.

Fui embora, e ele encheu meu saco pra que eu ligasse no dia seguinte para encontra-lo. Não liguei, é lógico. Mas ele mandou mensagem e eu respondi dizendo que já estava de volta em DC, e ele perguntou quando eu voltaria e eu disse que breve.

Um tempinho depois do episódio, eu resolvi mandar uma mensagem pra criatura dizendo que talvez estava indo pra lá visitar uma amiga. Eu confesso que eu queria muito encontra-lo de novo, o cara não saia da minha cabeça, até googlar coisas sobre a Russia eu fiz. Foi ai que eu tive a surpresa, ele me respondeu que não me encontraria não, porque não queria ficar na vontade que nem eu o deixei da última vez.

Como dizia o Cazé Pesanha, em seu programa na MTV: "NA CARA, NA CARA, NA CARA". Bem no meio da minha fuça, uma resposta dessa até doeu. Fiquei puta da vida o dia inteiro que recebi essa mensagem, mandei outra mensagem perguntando se ele tava brincando, e ele disse que não. Respondi que beleza e que não ia discutir.

Pensando por outro lado, ele não estava falando nada além da verdade, ele só estava numa balada procurando diversão, mas não precisava ser tão estúpido. Se ele fosse um pouco mais esperto, talvez até conseguiria o que ele tava querendo dessa vez, mas foi burro. Como diz na música da Lady Gaga "That boy is a monster. That boy is monster". Esse eu não vou esquecer mais.

3 comentários:

  1. Mari, adoro seu blog!!! Você escreve muito bem!!! Beijos

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  2. hahaha.. nunca confiei nos russos.. uhauahuahua.. eles tem muito alcool na cabeça!!!! =)

    Te cuida com o lobo.. a nao ser que vc seja uma very bad chapeuzinho veremelho!!!;)

    bjjjs

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  3. Oi Mari, espero te ver nos EUA também, estou preenchendo meu APP, mas se Deus quiser em julho estarei aí!!!
    Assista sim o documentário, essa mulher é muito boa!!!
    Beijos

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