segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Azar no amor, sorte no jogo.


Pois é, pensando nisso que decidi: Preciso ir pra Vegas. Já postei várias vezes sobre relacionamentos, mas nunca contei sobre o desastre que sou com esse o tal de "Amor". Me lembro quando tinha uns 6 anos e tive que dançar quadrilha na escola, uma das únicas coisas que me lembro, além do vestidinho rosa quadriculado (que as fotos não me deixam esquecer), foi o fato de ter ficado "p" da vida com a professora que não me deixou dançar com o garoto que eu gostava, fiquei decepcionada e com cara de orifício a quadrilha toda, para você ver que o desastre vem desde cedo.


Todos caras que eu me interessava ou namorava, ou eram mais velhos e só queriam saber das meninas mais velhas ainda, ou gostavam da minha irmã ou das minhas amigas. De mim mesmo, ninguém queria saber. Mas também eu sempre fui uma "apagadinha": magrelinha, branquela, baixinha e ainda por cima revoltada. Mas nunca fui muito de me importar com essas coisas, era muleca. Então queria mais saber de zoar, pular muro, importunar os vizinhos, irritar meu irmão e por ai vai. Fui daquelas "Meninos? Blé!" até bem tarde.

Até ter uma paixonite louca por um menino que namorava uma outra menina. Nunca vi gostar tanto de uma pessoa que nunca deu um beijo, mas beleza. Quando o tal terminou o namoro, fui inventar de me declarar e pra piorar... por carta. Levei um fora simpático, a desculpa dele foi que eramos amigos e não queria estragar a amizade...lógico, e eu sou o Bozo! E na mesma noite ele beijou outra amiga dele. Foi ai que cai na real que só encontraria os que "mijam torto". Entre esse e outros, só bagunçados cruzaram meu caminho. Namorado de verdade só tive um, que não tive do que reclamar, mas pessoas que não nascem com sorte pro amor, como eu, algo sempre da errado, por isso chegou ao fim.

Mais uma vez, ou melhor, mais muitas vezes, mais e mais bagunçados no meu caminho. Um belo dia, melhor... uma bela noite, fui com uma companheira de piriguetagem numa balada. Estavamos na pista e um cara me tirou pra dançar, olhei no rosto do indivíduo e pensei: - Zuadinho. Mas o cara era tão estiloso (quem me conhece sabe, que eu sou chata com estilo) que resolvi dançar com ele. Pronto, 3 samba-rocks depois, eu estava apaixonada pelo cara. Fiquei conversando com ele: gente boa, simpático, estiloso e ainda morava no mesmo bairro que eu. Mas ele não tomou partido e acabei indo embora sem beijar e sem fazer cadastro (fazer cadastro = pegar telefone do cara que você tá a fim pra ver se rola alguma coisa). No dia seguinte, comentei com uma amiga de trabalho, que inclusive também morava no mesmo bairro que eu, descrevi o moço pra ela e pra minha surpresa, ela o conhecia e me disse que ele namorava. Conclusão: mais um sem futuro na lista de Mari Proença.

Eu sempre fui chegada num loirinho, quando eu tinha 13 anos falava que só ia casar se fosse com o sósia do Taylor Hanson ou do Leonardo DiCaprio. Falei tanto que meu primeiro namorado foi moreno, mas bonito, tá pensando o quê? Quando cheguei nos Estados Unidos, pensei: Tô no paraíso dos loiros, vô passar o rôdo! Não conheço nem um terço do mundo, mas nunca vi tanto homem bonito por metro quadrado. Na verdade, meu conceito mudou um pouco depois de um tempo, existe sim muito ogro por aqui também, e depois que descobri a Alemanha, não estive lá, mas tive a oportunidade de conhecer um pouquinho de como são, vamos dizer assim, os Lovers alemães, tenho certeza que os EUA não chega nem perto do paraíso. Obs: não desmerecendo JAMAIS o Brasil, que também tem seus tesouros.

Voltando ao assunto que eu achei que estava no Paraíso dos homens perfeitos quando cheguei nos EUA, meu azar com querido amor continuou a mesma coisa. Na verdade, não posso colocar toda culpa na coitada da má sorte, porque, muitas vezes eu que fui atrás de encrenca. Eu só atraio cara mais novo, não sei qual é o meu problema, até comecei a me vestir mais "perua" pra ver se esses "high school musical" param de vir atrás de mim, e muleque, as mulheres já sabem como funciona... só pensam naquilo. Confesso que não deixei passar alguns jovenzinhos, e uma vez resolvi encontrar um numa balada, chegando lá ele me perguntou se eu queria beber alguma coisa, eu disse que sim, uma cerveja. O belezinha olhou pra mim e disse: - Você que vai pagar, ou quer que eu pague?. Quero saber nos comentários o que vocês acham que eu respondi.

Pra variar, estou dura e não poderei passar o ano novo em Vegas, como eu queria. Entretanto, tenho a certeza que quando botar o meus pés naqueles Cassinos, vou ficar no mínimo milionária.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Em busca do Halloween perfeito!


Pela primeira vez, estaríamos nos Estados Unidos para o Halloween, uma das festas mais divertidas no pais. Todos fantasiados saindo pelas ruas e dizendo "Trick or Treat", igualzinho nos filmes. Com toda essa expectativa eu umas amigas (O Quarteto Fantástico) resolvemos fazer algo diferente para ser inesquecível, então decidimos: Vamos pra New York!

E la vamos nós, pegamos o busão dos Chineses (um onibus velho de chineses que fazem viagens a preço de banana) no sábado, dia 31, pela manhã em DC. Dormimos a viagem toda, por volta de 4 horas depois chegamos em Chinatown em NY.

O primo de uma das integrantes do Quarteto foi nos buscar, ele mora em NY há muito tempo, chegamos na casa dele, me senti no Brasil, uma brasileirada só e ainda preparando uma feijoada. Depois do "momento Brasil" tiramos um cochilo, e depois começamos os preparativos para ir para o Central Park, onde seria a tão esperada festa de halloween do ano em NY.


O lugar estava lotado, uma fila imensa pra entrar, mas já tínhamos garantido nossos ingressos, que diga-se de passagem custaram $60 doletas cada. Fiquei muito empolgada, realmente o Halloween é muito festejado, as pessoas capricham nas fantasias, saem nas ruas, fazem festa, é muito legal mesmo. A balada acabou abrindo quase duas horas depois do esperado, nesse meio tempo, já tínhamos perdido a paciência, tomado chuva na cabeça e enfiado os saltos na lama, mas resistimos a tudo, e não víamos a hora de entrar e aproveitar, afinal, a festa era open bar e free food!

Quando chegamos lá dentro, nos dividimos, e metade foi pra fila da bebida e a outra metade pra fila da comida. Bom, todos abastecidos, hora de dançar e começar a causar. Quando botamos nosso pezinho gelado - digo isso porque foi muito azar - na pista de dança, o DJ abaixou o volume da música dizendo que foram ordens da polícia. Eu, que gosto pouco de música, gritei "Como assiiiim???". O que tinha acontecido foi que a festa tinha acabado, e começaram a colocar todo mundo pra fora.

Nós tínhamos conseguido pegar 3 drinks cada um e comer uma merreca de comida, mas fazer o que?Saimos frustados em busca de outra coisa, afinal era Halloween e em NY.

Saímos de lá gritando pelas ruas, fazendo a maior festa, pensamos "Vamos fazer a nossa própria festa, afinal o que é um galho para quem já está com a árvore inteira enfiada no c...? Como diz um amigo.

Pelas ruas de Manhattan mais ou menos as 2 da manhã - a Pinup Girl, a Mulher Gato, a Dançarina de Can Can, a Rainha de Copas, O Bafômetro (sim, o amigo do primo se vestiu de bafômetro, e não preciso nem falar onde era o canudo de assoprar, né?) e o Lutador de Jiu jitsu (o primo) - saíram fazendo a maior festa em busca de alguma coisa pra fazer, ou pelo menos um lugar pra beber mais.

Essa altura meu nível de álcool já tinha ido pro beleleu e eu já estava começando a ficar emburrada. Mas o primo salvou a noite e pediu para o Chuck (era a fantasia do menino amigo do primo) ir nos buscar. Ele foi e nos levou para num bar, que eu nem sei o nome nem a região, só sei que era em algum lugar em New York.

Ao entrar no lugar pensei: Meu Deus, vim pra NY parar num bar podre desse?? Ainda bem que pelo menos as baladas lá fecham tarde, não as 2 da manhã que nem em DC. Bom, resolvi deixar a chatice de lado e comecei a aloprar também, porque as meninas já estavam no clima.

A rainha de copas lançava pros tchutchugethers "Hi, do you like play cards?", a dançarina de Can Can tirava fotos com todo mundo, a mulher gato só chicoteando a galera e eu entrei no clima também e até um drink apareceu na minha mão, descobri no dia seguinte que tinha sido o Bafômetro que tinha pagado, mas na hora, sei que mandei guela abaixo e a alegria começou a vir a tona.

O lugar estava cheio de gatinhos, pra quê? Eu nao resisti e soltei uma cantada de pedreiro para um gatinho vestido de Scooby Doo: "Eu ainda estou de batom?" e ele respondeu "Sim" e eu continuei "Você poderia tirar" (pqp eu posso trabalhar na obra). A outra integrante do Quarteto faturou um Jason, não feio como o do filme, muito pelo contrário!

A causação master foi quando a Dançarina de Can Can achou (sim, achou em cima duma mesa) um pirulito em forma de pinto e com as cores da bandeira gay. Aquilo foi a sensação do bar, todo mundo queria tirar foto chupando o tal do pirulito, ela tirou foto até com a p-u-l-i-ç-a (de verdade) segurando o pirulito gay. Coitado do primo e dos amigos dele que estavam conosco, eles foram muito gente boa, nos aturaram sem reclamar, mas também deram muita risada.

No dia seguinte, depois de um breve passeio pela Times Square e redondezas, era hora de voltar pra casa. Corremos que nem palhaças atrás de taxi pra chegar em Chinatown, quase perdemos a hora, mas chegamos bem na hora do onibus sair e as 4 horas e meia de viagens foram so lembrando das presepadas que foi esse fim de semana em busca de um Halloween perfeito.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Azar no amor, sorte no jogo.


Pois é, pensando nisso que decidi: Preciso ir pra Vegas. Já postei várias vezes sobre relacionamentos, mas nunca contei sobre o desastre que sou com esse o tal de "Amor". Me lembro quando tinha uns 6 anos e tive que dançar quadrilha na escola, uma das únicas coisas que me lembro, além do vestidinho rosa quadriculado (que as fotos não me deixam esquecer), foi o fato de ter ficado "p" da vida com a professora que não me deixou dançar com o garoto que eu gostava, fiquei decepcionada e com cara de orifício a quadrilha toda, para você ver que o desastre vem desde cedo.


Todos caras que eu me interessava ou namorava, ou eram mais velhos e só queriam saber das meninas mais velhas ainda, ou gostavam da minha irmã ou das minhas amigas. De mim mesmo, ninguém queria saber. Mas também eu sempre fui uma "apagadinha": magrelinha, branquela, baixinha e ainda por cima revoltada. Mas nunca fui muito de me importar com essas coisas, era muleca. Então queria mais saber de zoar, pular muro, importunar os vizinhos, irritar meu irmão e por ai vai. Fui daquelas "Meninos? Blé!" até bem tarde.

Até ter uma paixonite louca por um menino que namorava uma outra menina. Nunca vi gostar tanto de uma pessoa que nunca deu um beijo, mas beleza. Quando o tal terminou o namoro, fui inventar de me declarar e pra piorar... por carta. Levei um fora simpático, a desculpa dele foi que eramos amigos e não queria estragar a amizade...lógico, e eu sou o Bozo! E na mesma noite ele beijou outra amiga dele. Foi ai que cai na real que só encontraria os que "mijam torto". Entre esse e outros, só bagunçados cruzaram meu caminho. Namorado de verdade só tive um, que não tive do que reclamar, mas pessoas que não nascem com sorte pro amor, como eu, algo sempre da errado, por isso chegou ao fim.

Mais uma vez, ou melhor, mais muitas vezes, mais e mais bagunçados no meu caminho. Um belo dia, melhor... uma bela noite, fui com uma companheira de piriguetagem numa balada. Estavamos na pista e um cara me tirou pra dançar, olhei no rosto do indivíduo e pensei: - Zuadinho. Mas o cara era tão estiloso (quem me conhece sabe, que eu sou chata com estilo) que resolvi dançar com ele. Pronto, 3 samba-rocks depois, eu estava apaixonada pelo cara. Fiquei conversando com ele: gente boa, simpático, estiloso e ainda morava no mesmo bairro que eu. Mas ele não tomou partido e acabei indo embora sem beijar e sem fazer cadastro (fazer cadastro = pegar telefone do cara que você tá a fim pra ver se rola alguma coisa). No dia seguinte, comentei com uma amiga de trabalho, que inclusive também morava no mesmo bairro que eu, descrevi o moço pra ela e pra minha surpresa, ela o conhecia e me disse que ele namorava. Conclusão: mais um sem futuro na lista de Mari Proença.

Eu sempre fui chegada num loirinho, quando eu tinha 13 anos falava que só ia casar se fosse com o sósia do Taylor Hanson ou do Leonardo DiCaprio. Falei tanto que meu primeiro namorado foi moreno, mas bonito, tá pensando o quê? Quando cheguei nos Estados Unidos, pensei: Tô no paraíso dos loiros, vô passar o rôdo! Não conheço nem um terço do mundo, mas nunca vi tanto homem bonito por metro quadrado. Na verdade, meu conceito mudou um pouco depois de um tempo, existe sim muito ogro por aqui também, e depois que descobri a Alemanha, não estive lá, mas tive a oportunidade de conhecer um pouquinho de como são, vamos dizer assim, os Lovers alemães, tenho certeza que os EUA não chega nem perto do paraíso. Obs: não desmerecendo JAMAIS o Brasil, que também tem seus tesouros.

Voltando ao assunto que eu achei que estava no Paraíso dos homens perfeitos quando cheguei nos EUA, meu azar com querido amor continuou a mesma coisa. Na verdade, não posso colocar toda culpa na coitada da má sorte, porque, muitas vezes eu que fui atrás de encrenca. Eu só atraio cara mais novo, não sei qual é o meu problema, até comecei a me vestir mais "perua" pra ver se esses "high school musical" param de vir atrás de mim, e muleque, as mulheres já sabem como funciona... só pensam naquilo. Confesso que não deixei passar alguns jovenzinhos, e uma vez resolvi encontrar um numa balada, chegando lá ele me perguntou se eu queria beber alguma coisa, eu disse que sim, uma cerveja. O belezinha olhou pra mim e disse: - Você que vai pagar, ou quer que eu pague?. Quero saber nos comentários o que vocês acham que eu respondi.

Pra variar, estou dura e não poderei passar o ano novo em Vegas, como eu queria. Entretanto, tenho a certeza que quando botar o meus pés naqueles Cassinos, vou ficar no mínimo milionária.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Em busca do Halloween perfeito!


Pela primeira vez, estaríamos nos Estados Unidos para o Halloween, uma das festas mais divertidas no pais. Todos fantasiados saindo pelas ruas e dizendo "Trick or Treat", igualzinho nos filmes. Com toda essa expectativa eu umas amigas (O Quarteto Fantástico) resolvemos fazer algo diferente para ser inesquecível, então decidimos: Vamos pra New York!

E la vamos nós, pegamos o busão dos Chineses (um onibus velho de chineses que fazem viagens a preço de banana) no sábado, dia 31, pela manhã em DC. Dormimos a viagem toda, por volta de 4 horas depois chegamos em Chinatown em NY.

O primo de uma das integrantes do Quarteto foi nos buscar, ele mora em NY há muito tempo, chegamos na casa dele, me senti no Brasil, uma brasileirada só e ainda preparando uma feijoada. Depois do "momento Brasil" tiramos um cochilo, e depois começamos os preparativos para ir para o Central Park, onde seria a tão esperada festa de halloween do ano em NY.


O lugar estava lotado, uma fila imensa pra entrar, mas já tínhamos garantido nossos ingressos, que diga-se de passagem custaram $60 doletas cada. Fiquei muito empolgada, realmente o Halloween é muito festejado, as pessoas capricham nas fantasias, saem nas ruas, fazem festa, é muito legal mesmo. A balada acabou abrindo quase duas horas depois do esperado, nesse meio tempo, já tínhamos perdido a paciência, tomado chuva na cabeça e enfiado os saltos na lama, mas resistimos a tudo, e não víamos a hora de entrar e aproveitar, afinal, a festa era open bar e free food!

Quando chegamos lá dentro, nos dividimos, e metade foi pra fila da bebida e a outra metade pra fila da comida. Bom, todos abastecidos, hora de dançar e começar a causar. Quando botamos nosso pezinho gelado - digo isso porque foi muito azar - na pista de dança, o DJ abaixou o volume da música dizendo que foram ordens da polícia. Eu, que gosto pouco de música, gritei "Como assiiiim???". O que tinha acontecido foi que a festa tinha acabado, e começaram a colocar todo mundo pra fora.

Nós tínhamos conseguido pegar 3 drinks cada um e comer uma merreca de comida, mas fazer o que?Saimos frustados em busca de outra coisa, afinal era Halloween e em NY.

Saímos de lá gritando pelas ruas, fazendo a maior festa, pensamos "Vamos fazer a nossa própria festa, afinal o que é um galho para quem já está com a árvore inteira enfiada no c...? Como diz um amigo.

Pelas ruas de Manhattan mais ou menos as 2 da manhã - a Pinup Girl, a Mulher Gato, a Dançarina de Can Can, a Rainha de Copas, O Bafômetro (sim, o amigo do primo se vestiu de bafômetro, e não preciso nem falar onde era o canudo de assoprar, né?) e o Lutador de Jiu jitsu (o primo) - saíram fazendo a maior festa em busca de alguma coisa pra fazer, ou pelo menos um lugar pra beber mais.

Essa altura meu nível de álcool já tinha ido pro beleleu e eu já estava começando a ficar emburrada. Mas o primo salvou a noite e pediu para o Chuck (era a fantasia do menino amigo do primo) ir nos buscar. Ele foi e nos levou para num bar, que eu nem sei o nome nem a região, só sei que era em algum lugar em New York.

Ao entrar no lugar pensei: Meu Deus, vim pra NY parar num bar podre desse?? Ainda bem que pelo menos as baladas lá fecham tarde, não as 2 da manhã que nem em DC. Bom, resolvi deixar a chatice de lado e comecei a aloprar também, porque as meninas já estavam no clima.

A rainha de copas lançava pros tchutchugethers "Hi, do you like play cards?", a dançarina de Can Can tirava fotos com todo mundo, a mulher gato só chicoteando a galera e eu entrei no clima também e até um drink apareceu na minha mão, descobri no dia seguinte que tinha sido o Bafômetro que tinha pagado, mas na hora, sei que mandei guela abaixo e a alegria começou a vir a tona.

O lugar estava cheio de gatinhos, pra quê? Eu nao resisti e soltei uma cantada de pedreiro para um gatinho vestido de Scooby Doo: "Eu ainda estou de batom?" e ele respondeu "Sim" e eu continuei "Você poderia tirar" (pqp eu posso trabalhar na obra). A outra integrante do Quarteto faturou um Jason, não feio como o do filme, muito pelo contrário!

A causação master foi quando a Dançarina de Can Can achou (sim, achou em cima duma mesa) um pirulito em forma de pinto e com as cores da bandeira gay. Aquilo foi a sensação do bar, todo mundo queria tirar foto chupando o tal do pirulito, ela tirou foto até com a p-u-l-i-ç-a (de verdade) segurando o pirulito gay. Coitado do primo e dos amigos dele que estavam conosco, eles foram muito gente boa, nos aturaram sem reclamar, mas também deram muita risada.

No dia seguinte, depois de um breve passeio pela Times Square e redondezas, era hora de voltar pra casa. Corremos que nem palhaças atrás de taxi pra chegar em Chinatown, quase perdemos a hora, mas chegamos bem na hora do onibus sair e as 4 horas e meia de viagens foram so lembrando das presepadas que foi esse fim de semana em busca de um Halloween perfeito.

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