terça-feira, 28 de julho de 2009

Todo esforco...


Me irrito profundamente quando as pessoas me deixam recados nos orkuts, fotologs e facebooks da vida do tipo "Oi Mari, tudo bem? Aposto que sim ne? So na vida boa ai nos States ne??".
Pow, o povo xereta ve minhas fotos na gringa e ja pensa que eu to aqui luxando com o dinheiro do meu pai.
Eh logico que a gente expoe as melhores fotos ne? Ou seja, nas minhas "internet stuffs" eu posto fotos das minhas viagens, das baladas, das festas, dos caras bonitos que eu pego, das melhores roupas que compro etc.
Eu nao sei o que esse Ze Povinho tem na mente, sera que eles acham q vou expor fotos do carinha zuadinho que peguei quando estava bebada? Das roupas repetidas que eu uso quando vou em baladas diferentes? Do meu cabelo natural sem escova? Dos roles furados que faco? Da minha cara lavada e com olheira quando acordo 2 horas da tarde num domingo depois de ter passado a noite inteira dancando? Das minhas calcinhas rasgadas? Do meu tenis furado? Do meu sorriso com um feijao no dente quando acabo de comer?
Pra informacao do Ze Povinho, eu NAO vim pra gringa com o dinheiro do meu pai, eu paguei o programa de intercambio com a minha grana, que nao foi muito nao, estou aqui fazendo o programa de intercambio mais barato que existe: Aupair.
Pra quem nao sabe, eu nao vim so estudar, vim trabalhar tambem e eh esse trabalho
(passando talquinho na bunda de nenem, pra nao dizer outra coisa) que paga os meus POUCOS luxos que tenho aqui.
Isso nao quer dizer que sou contra as pessoas que tem grana e que viajam o mundo todo sem ter que batalhar por isso, claro que se meu pai pudesse pagar todas as minhas viagens eu iria AMAR. Mas, infelizmente nao nasci com essa sorte,
entao o jeito foi CORRER ATRAS.

E so para completar a frase do titulo do post: ... tem sua recompensa!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

'Cause I'm in Miami, biiiiiitch!

Esse virou o lema da minha viagem de férias, que eu tenho que contar. Com muita gente eu não gostaria de compartilhar, mas a loucura que foram meus oito dias em Miami eu não resisto, porque foi muito bizarro.

Desembarcaram Lindinha, Florzinha e Docinho (Eu) no aeroporto de F. Lauderdale, num sádado mais ou menos as 7 da noite, mas nosso destino final era South Beach, ou seja, a 40 minutos de onde estavamos. A primeira loucura, pra começar, foi eu ter viajado com dinheiro contado. Quando descobrimos que o taxi ate nosso albergue ficaria em torno de 60 dólares: "O queeeee?". Eu fui a primeira a gritar, claro, das três amigas, eu era a mais dura. Querendo economizar, saimos perguntando se havia outra alternativa e descobrimos um ônibus de graça que nos deixaria numa estação de trem e este nos levaria até o aeroporto Internacional de Miami, e de lá pegariamos um taxi que sairia mais barato, porque estariamos mais próximas de South Beach.

Assim que entramos no ônibus conhecemos dois alemães que ficariam hospedados a duas quadras do nosso albergue. Eles disseram que iriam alugar um carro numa loja bem ao lado da estação de trem que iriamos descer e ofereceram uma carona até o nosso albergue, e assim foi. Eles alugaram o carro, socamos as malas e nos enfiamos no carro deles, paramos num mercado compramos cerveja e eles nos deixaram no albergue para tomarmos banho e mais tarde nos encontramos de novo para beber a cerveja que compramos. Detalhe, chegamos no Albergue uma hora da manhã, por conta do atraso do trem, bem, até que o atraso serviu para alguma coisa, porque enquanto esperavamos ele, eu fazia as unhas e as meninas depilavam as pernas, e os alemães achando que eramos malucas, mas tudo bem!

Bem, ta na hora de contar o que vocês mais querem saber: "Iai eles eram bonitos?" Bem, um deles era um pedaçudo (termo q eu ouvi por ai que significa q o cara é um pedaço grande de algo bom) e o outro nem tanto. Já no apê deles, começamos a brincar de "Eu nunca", o jogo funciona assim: Uma pessoa fala "Eu nunca corri pelado na rua", se alguém da rodinha já fez isso, tem que beber. Jogo vai, jogo vem... e o povo comecou a ficar alegre. Já estava cansando, ai sugeri de todos irmos andar na praia. Quando estavamos saindo, a Lindinha disse: "Mari, pega o gracinha porque ele quer te pegar". Eu acreditei, né? No fim acabei pegando um e a Lindinha o outro, e a Florzinha (tadinha!) voltou pro albergue.

No dia seguinte, só risada, afinal de contas, haviamos começado bem a viagem, carona, pegando alemão, albergue cheio de europeu gato, a dona do albergue era brasileira, eeeita! Então dá-lhe praia e sol quente, no fim da tarde dá-lhe bitoquinha nos alemães e a noite dá-lhe vodca, rum e tequila no esquenta do albergue antes da baladinha. Estava parecendo que seria uma madrugada perfeita, seria, se nao fosse a cabeçuda aqui beber demais. Nos juntamos com umas portuguesas doidas no albergue e bora pra balada, fui o caminho todo abraçada com uma das doidas e gritando pelas ruas "'Cause I'm in Miami, Biiiiiiiiitch", "I can drink on the streets", "Brazil still awesome" e mais um monte de baboseiras, enquanto eu pagava esse micão, Florzinha e Lindinha só filmando e dando risada.

Assim que chegamos na porta da tal de Nikki Beach, dei pt. Não via mais nada, não conseguia mais andar, havia uns sofás na areia, as meninas me colocaram lá e foi ali que fiquei o resto da noite, perdi de conhecer uma balada. Mas, a vida é assim "beber, cair, levantar".

Um dos belos dias, resolvemos pegar um ônibus e conhecer outros lugares, fomos parar em Downtown Miami, péssimo lugar. Só cubanos e mexicanos e outras nacionalidades dominando tudo. Passamos uma raiva que só numa loja que um colombiano malandrão tentou vender até a mãe dele por qualquer dolar.

Nunca tinha ficado em albergue, isso é invenção de europeu, então, a galera é toda de lá: alemães, franceses, italianos, suecos e mais. O ruím é dividir quarto com gente que você nunca viu, quando chegamos tinham três meninas da Suécia no nosso quarto, elas eram super boazinhas, mas muito bagunceiras e uma delas era fedida, uma suvaqueira danada.

Nos últimos dois dias que estavamos lá, chegaram duas alemãs, nada contra as meninas, mas uma noite cheguei "ventando" (termo que a minha mãe usa quando a pessoa esta meio bêbada) e derrubei coisas no chão procurando minha escova de dente, na manhã seguinte, as meninas espancaram a porta do armário de propósito, pra "vingar"o barulho que eu fiz na noite anterior. Bem, não fui certa de ter feito barulho, mas eu ia pedir desculpa, acabei tocando o foda-se e não falei é nada.

Incluso na diária tinha café da manhã, almoço e janta, que não era lá aquelas coisas, mas quebrou um galhão nos dias em que estavamos mais duras. A tiazinha da cozinha era a mais engraçada, uma velha negra magrinha e baixinha. A velhinha servia as refeições e a noite tava ela bêbada e agitando com a galera do albergue.

Falando em funcionários, fora a dona tinha mais brasileiros, na madrugada que chegamos foi muito engraçado. Estavamos fazendo o check in com o cara da recepção, eis que surge um inglês, para do nosso lado e pergunta algo pro recepcionista, as três super poderosas, claro, pararam para olhar aquela belezinha, com aquele sotaque arrastado de british que arrancou um "NOOOOOOOSSA" das três.

Quando o belezinha saiu, para nossa surpresa, o recepcionista vira e fala em português "De qual parte do Brasil vocês são?" e ainda nos zuou dizendo "Eita, esse NOOOOSSA pro rapaz veio lá do fundo heim", dai foi só risada.

Numa das noites teve uma festinha no Albergue, com cerveja de graça. O Dj era brasileiro, e até funk rolou. As gringas quando souberam que eramos brasileiras queriam dançar como a gente, mas tadinhas, são duras as bichinhas, a única coisa que sabem fazer é grinding (aquela dança tosca que o homem fica atrás da mulher e eles ficam se esfregando). No final troquei idéia com o DJ, o cara mora nos Estados Unidos a 20 anos e traz vários artistas brasileiros pra cá, muito massa. Ah, e pra não perder o costume, peguei um francês.

Outra coisa bizarra em Miami são as pessoas que frequentam as praias: topless, traveco bêbado em plena luz do dia, biquine que é literalmente um fio dental (ilustrada na foto abaixo), e eu que pensei que nas praias do Rio que estava a maior concentração de doideiras do mundo.


Teve uns dois dias que choveram e foram meio chatos, mas foi bom pra recarregar as energias, mas tivemos muitos dias de sol, peguei até uma corzinha. Num dos dias em que fomos pra praia, estamos nadando e chegamos numa conclusão: se tirarmos nosso biquine aqui dentro, ninguém vai notar... dito e feito. E assim foi, as Meninas Super Poderosas nadando peladas em Miami biiiitch e ninguém viu.

Os últimos dois dias foram bem cansativos, já estávamos meio de saco cheio, aquele calor e umidade insuportáveis já estavam dando nos nervos, não víamos a hora de pisar em DC novamente. No domingo, as 4 e meia da manhã, o táxi foi nos buscar para levarmos de volta ao aeroporto de F. Lauderdale, ansiosas para voltar a vida normal mas com um apertinho no coração, deixamos Miami.

Depois dessa viagem, definitivamente cresceu em mim uma vontadezinha de ser mochileira para sempre.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Todo esforco...


Me irrito profundamente quando as pessoas me deixam recados nos orkuts, fotologs e facebooks da vida do tipo "Oi Mari, tudo bem? Aposto que sim ne? So na vida boa ai nos States ne??".
Pow, o povo xereta ve minhas fotos na gringa e ja pensa que eu to aqui luxando com o dinheiro do meu pai.
Eh logico que a gente expoe as melhores fotos ne? Ou seja, nas minhas "internet stuffs" eu posto fotos das minhas viagens, das baladas, das festas, dos caras bonitos que eu pego, das melhores roupas que compro etc.
Eu nao sei o que esse Ze Povinho tem na mente, sera que eles acham q vou expor fotos do carinha zuadinho que peguei quando estava bebada? Das roupas repetidas que eu uso quando vou em baladas diferentes? Do meu cabelo natural sem escova? Dos roles furados que faco? Da minha cara lavada e com olheira quando acordo 2 horas da tarde num domingo depois de ter passado a noite inteira dancando? Das minhas calcinhas rasgadas? Do meu tenis furado? Do meu sorriso com um feijao no dente quando acabo de comer?
Pra informacao do Ze Povinho, eu NAO vim pra gringa com o dinheiro do meu pai, eu paguei o programa de intercambio com a minha grana, que nao foi muito nao, estou aqui fazendo o programa de intercambio mais barato que existe: Aupair.
Pra quem nao sabe, eu nao vim so estudar, vim trabalhar tambem e eh esse trabalho
(passando talquinho na bunda de nenem, pra nao dizer outra coisa) que paga os meus POUCOS luxos que tenho aqui.
Isso nao quer dizer que sou contra as pessoas que tem grana e que viajam o mundo todo sem ter que batalhar por isso, claro que se meu pai pudesse pagar todas as minhas viagens eu iria AMAR. Mas, infelizmente nao nasci com essa sorte,
entao o jeito foi CORRER ATRAS.

E so para completar a frase do titulo do post: ... tem sua recompensa!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

'Cause I'm in Miami, biiiiiitch!

Esse virou o lema da minha viagem de férias, que eu tenho que contar. Com muita gente eu não gostaria de compartilhar, mas a loucura que foram meus oito dias em Miami eu não resisto, porque foi muito bizarro.

Desembarcaram Lindinha, Florzinha e Docinho (Eu) no aeroporto de F. Lauderdale, num sádado mais ou menos as 7 da noite, mas nosso destino final era South Beach, ou seja, a 40 minutos de onde estavamos. A primeira loucura, pra começar, foi eu ter viajado com dinheiro contado. Quando descobrimos que o taxi ate nosso albergue ficaria em torno de 60 dólares: "O queeeee?". Eu fui a primeira a gritar, claro, das três amigas, eu era a mais dura. Querendo economizar, saimos perguntando se havia outra alternativa e descobrimos um ônibus de graça que nos deixaria numa estação de trem e este nos levaria até o aeroporto Internacional de Miami, e de lá pegariamos um taxi que sairia mais barato, porque estariamos mais próximas de South Beach.

Assim que entramos no ônibus conhecemos dois alemães que ficariam hospedados a duas quadras do nosso albergue. Eles disseram que iriam alugar um carro numa loja bem ao lado da estação de trem que iriamos descer e ofereceram uma carona até o nosso albergue, e assim foi. Eles alugaram o carro, socamos as malas e nos enfiamos no carro deles, paramos num mercado compramos cerveja e eles nos deixaram no albergue para tomarmos banho e mais tarde nos encontramos de novo para beber a cerveja que compramos. Detalhe, chegamos no Albergue uma hora da manhã, por conta do atraso do trem, bem, até que o atraso serviu para alguma coisa, porque enquanto esperavamos ele, eu fazia as unhas e as meninas depilavam as pernas, e os alemães achando que eramos malucas, mas tudo bem!

Bem, ta na hora de contar o que vocês mais querem saber: "Iai eles eram bonitos?" Bem, um deles era um pedaçudo (termo q eu ouvi por ai que significa q o cara é um pedaço grande de algo bom) e o outro nem tanto. Já no apê deles, começamos a brincar de "Eu nunca", o jogo funciona assim: Uma pessoa fala "Eu nunca corri pelado na rua", se alguém da rodinha já fez isso, tem que beber. Jogo vai, jogo vem... e o povo comecou a ficar alegre. Já estava cansando, ai sugeri de todos irmos andar na praia. Quando estavamos saindo, a Lindinha disse: "Mari, pega o gracinha porque ele quer te pegar". Eu acreditei, né? No fim acabei pegando um e a Lindinha o outro, e a Florzinha (tadinha!) voltou pro albergue.

No dia seguinte, só risada, afinal de contas, haviamos começado bem a viagem, carona, pegando alemão, albergue cheio de europeu gato, a dona do albergue era brasileira, eeeita! Então dá-lhe praia e sol quente, no fim da tarde dá-lhe bitoquinha nos alemães e a noite dá-lhe vodca, rum e tequila no esquenta do albergue antes da baladinha. Estava parecendo que seria uma madrugada perfeita, seria, se nao fosse a cabeçuda aqui beber demais. Nos juntamos com umas portuguesas doidas no albergue e bora pra balada, fui o caminho todo abraçada com uma das doidas e gritando pelas ruas "'Cause I'm in Miami, Biiiiiiiiitch", "I can drink on the streets", "Brazil still awesome" e mais um monte de baboseiras, enquanto eu pagava esse micão, Florzinha e Lindinha só filmando e dando risada.

Assim que chegamos na porta da tal de Nikki Beach, dei pt. Não via mais nada, não conseguia mais andar, havia uns sofás na areia, as meninas me colocaram lá e foi ali que fiquei o resto da noite, perdi de conhecer uma balada. Mas, a vida é assim "beber, cair, levantar".

Um dos belos dias, resolvemos pegar um ônibus e conhecer outros lugares, fomos parar em Downtown Miami, péssimo lugar. Só cubanos e mexicanos e outras nacionalidades dominando tudo. Passamos uma raiva que só numa loja que um colombiano malandrão tentou vender até a mãe dele por qualquer dolar.

Nunca tinha ficado em albergue, isso é invenção de europeu, então, a galera é toda de lá: alemães, franceses, italianos, suecos e mais. O ruím é dividir quarto com gente que você nunca viu, quando chegamos tinham três meninas da Suécia no nosso quarto, elas eram super boazinhas, mas muito bagunceiras e uma delas era fedida, uma suvaqueira danada.

Nos últimos dois dias que estavamos lá, chegaram duas alemãs, nada contra as meninas, mas uma noite cheguei "ventando" (termo que a minha mãe usa quando a pessoa esta meio bêbada) e derrubei coisas no chão procurando minha escova de dente, na manhã seguinte, as meninas espancaram a porta do armário de propósito, pra "vingar"o barulho que eu fiz na noite anterior. Bem, não fui certa de ter feito barulho, mas eu ia pedir desculpa, acabei tocando o foda-se e não falei é nada.

Incluso na diária tinha café da manhã, almoço e janta, que não era lá aquelas coisas, mas quebrou um galhão nos dias em que estavamos mais duras. A tiazinha da cozinha era a mais engraçada, uma velha negra magrinha e baixinha. A velhinha servia as refeições e a noite tava ela bêbada e agitando com a galera do albergue.

Falando em funcionários, fora a dona tinha mais brasileiros, na madrugada que chegamos foi muito engraçado. Estavamos fazendo o check in com o cara da recepção, eis que surge um inglês, para do nosso lado e pergunta algo pro recepcionista, as três super poderosas, claro, pararam para olhar aquela belezinha, com aquele sotaque arrastado de british que arrancou um "NOOOOOOOSSA" das três.

Quando o belezinha saiu, para nossa surpresa, o recepcionista vira e fala em português "De qual parte do Brasil vocês são?" e ainda nos zuou dizendo "Eita, esse NOOOOSSA pro rapaz veio lá do fundo heim", dai foi só risada.

Numa das noites teve uma festinha no Albergue, com cerveja de graça. O Dj era brasileiro, e até funk rolou. As gringas quando souberam que eramos brasileiras queriam dançar como a gente, mas tadinhas, são duras as bichinhas, a única coisa que sabem fazer é grinding (aquela dança tosca que o homem fica atrás da mulher e eles ficam se esfregando). No final troquei idéia com o DJ, o cara mora nos Estados Unidos a 20 anos e traz vários artistas brasileiros pra cá, muito massa. Ah, e pra não perder o costume, peguei um francês.

Outra coisa bizarra em Miami são as pessoas que frequentam as praias: topless, traveco bêbado em plena luz do dia, biquine que é literalmente um fio dental (ilustrada na foto abaixo), e eu que pensei que nas praias do Rio que estava a maior concentração de doideiras do mundo.


Teve uns dois dias que choveram e foram meio chatos, mas foi bom pra recarregar as energias, mas tivemos muitos dias de sol, peguei até uma corzinha. Num dos dias em que fomos pra praia, estamos nadando e chegamos numa conclusão: se tirarmos nosso biquine aqui dentro, ninguém vai notar... dito e feito. E assim foi, as Meninas Super Poderosas nadando peladas em Miami biiiitch e ninguém viu.

Os últimos dois dias foram bem cansativos, já estávamos meio de saco cheio, aquele calor e umidade insuportáveis já estavam dando nos nervos, não víamos a hora de pisar em DC novamente. No domingo, as 4 e meia da manhã, o táxi foi nos buscar para levarmos de volta ao aeroporto de F. Lauderdale, ansiosas para voltar a vida normal mas com um apertinho no coração, deixamos Miami.

Depois dessa viagem, definitivamente cresceu em mim uma vontadezinha de ser mochileira para sempre.

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