domingo, 28 de dezembro de 2008

A famosa retrospectiva 2008


É impossivel não pensar em tudo que aconteceu no ano que está acabando e apesar de ter vivido momentos maravilhosos, sempre me sinto triste nessa retrospectiva.
Não sei o motivo, acho que é a sensação de ter passado tão rápido mais um ano, que novamente farei aniversário e que os momentos mais marcantes nuncam voltam.
Eu queria tanto viver um ano interinho só com os melhores momentos de todos os anos da minha vida.
Desde a infância, que eu achava tão legal fazer compras com o meus pais, faltar na escola de vez em quando para passear, ir na agência onde meu pai trabalhava e ficar desenhando com as milhares de canetinhas, gizes e lápis que lá tinha, de ir no zoológico perto da casa da minha vó e dar uma de irmã mais velha e protetora.
Na adolescência, a escola, as amizades, e até dos meninos pentelhos, que me enchiam o saco e me apelidavam de Olivia Palito, eu tenho saudades. Queria viver de novo os conflitos de sentimentos, de brigas e conciliações bobas com os amigos e amores. As melhores saídas, as baladas e os show poderiam voltar também. Enfim, imagina um ano inteirinho só de recordações boas.
Mas temos que viver novos momentos, conhecer novas pessoas, renovar os ares, sofrer novas paixões e só o que espero, na verdade, no final de cada ano é que no seguinte possa viver muito mais emoções.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O final de todo ano.


O ano inteiro as pessoas se odeiam, se xingam, são falsas, pisam, humilham e até se matam. Quando chega no final do ano elas ficam boas de uma hora para outra, enchem uns aos outros de presentes, dão beijos, abraços, dizem que amam, ai quando passa o primeiro de Janeiro, começam a se odiar de novo!
O pior é que trabalham o ano inteiro, passam stress no trânsito, metrô, ônibus e aguentam chefe para ganhar uma merreca. Algumas estudam e até se formam mas chega na véspera do Natal gastam tudo que ganharam em 365 dias em apenas 3 horas dentro de um shopping.
Já que não sou religiosa, essa época do ano não significa nada pra mim. Por isso, é como qualquer outro dia do ano e aproveito como se fosse qualquer final de semana. A propósito, se alguém souber de alguma putaria natalina (como diz meu amigo Vitor) hoje, me avisem.

Ah, já ia me esquecendo: Feliz Natal!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Com vocês: O réu...


Eles têm direito de resposta (rs). Segue a versão masculina referente ao meu post anterior:

Cafajestes com coração e que também se apaixonam (resposta).

A pergunta parece, mas não é retórica, queria blogueira Mari. Claro que existem homens com o jeito “lindinho-mas-ordinário”, que só pensam em enfiar o pau em qualquer orifício do sexo feminino (um deles pouco aceitável por vocês), mas alguns muitos são sinceros.
Nem sempre um elogio é feito com a cabeça de baixo ou só com o pensamento de tirar a calça o quanto antes. O cara pode mesmo gostar de vocês. E é aí que o bicho pega.

O cara faz de “tudo” por você querendo, claro, o sexo, mas, em alguns casos, não só o sexo. Mas vocês pensam que eles só querem sexo e, depois de tanta bajulação, eles desencanam. Com motivos, é claro. Porque se nem o beijo dele foi elogiado (depois de milhões de elogios feitos), por que ele teria motivos para continuar?

Existe um limite entre a paixão e o sentimento de achar que está sendo um otário (o homem tem muito disso). E essa linha é tênue. É verdade.

Pensem um pouco mais. Tentem ser mais sinceras, ou não, e pensem que o cara pode estar sendo honesto, ou não.

Seria tão mais fácil se ambos fossem sinceros. A garota dizer que precisa ser bajulada e, depois, que vai te dar. E o cara dizer que vai bajular, mas já avisando que quer só dar umazinha (com o plano de comer atrás, mesmo sabendo que as chances são quase nulas antes de um “eu te amo”).
Sexo sem compromisso é o presente que ganhamos na nossa juventude, talvez a melhor coisa dos anos 90 e 00, mas a paixão a primeira vista ainda existe (apesar de eu pouco acreditar nisso).


E outra coisa...

Não respondam “Bom dia, lindo. Eu te amo!” para depois de duas ou três semanas nem pensarem mais no cara. Apesar do que temos no meio das pernas, temos também um coração. (vale ressaltar que não sou são-paulino)


É isso...


PS: às vezes, precisamos ser cafajestes e gostamos disso também.


Autor: Vitor Meneghetti, 26 anos, Jornalista, amigo e vizinho. Blog:
http://faltoucriatividade.wordpress.com

Resposta de Mari Proença: "Toda regra tem sua exceção!". Concordo, e acho que isso não vale só pra gramática da língua-portuguesa. Obrigada pelo post Vitor, gosto de ouvir a opinião do sexo oposto só pra entrar por um ouvido e sair pelo outro. Brincadeira! Gostei do lance da sinceridade e deixar um pouco o orgulho de lado e elogiar o cara também é uma boa. Poxa, "Eu te amo" realmente não é "Bom dia", eu não sou adepta a dizer essa frase para qualquer rostinho bonito, mas a maioria das mulheres infelizmente é. Por isso, vocês, homens, cafajestes ou não, precisam prestar bem atenção onde estão metendo o p...Ops, o coração!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Como diz o CSS...Ele é fodão mas eu sei que sou também!

Começo esse post com uma pergunta retórica: Porque sempre que saímos com um cara agradável e gostamos dele, ele faz o tipo lindinho-mas-ordinário?
Eles pagam a conta, te levam e buscam, te chamam de linda, elogiam suas roupas e seus acessórios (que levamos tanto tempo para escolher) dizem que gostam de ficar com você, são divertidos e por ai vai.
Nos sentimos na lua, princesas, a mulher mais linda e cheia de qualidades do mundo.
Tem homem que sabe mesmo como tratar uma mulher, e esses são os cafajestes, conquistam mas não valem nada.
E o que devemos fazer? Usar e abusar, lógico! Se o cara está fazendo de tudo pra conseguir o que ele quer (Claro, te comer) pelo menos ele está se esforçando, geralmente gastando tempo e dinheiro, deixando o orgulho de lado e elogiando seu beijo (mesmo que você não elogie o dele), dando presentes e fazendo surpresas.
Algumas mulheres vão falar da tal ilusão. Mas você não está sendo iludida, é uma troca de favores apenas. Ele te proporciona aquela sensação deliciosa de ser querida e você o satisfaz em suas necessidades. Pronto!
Ok, admito que é difícil não se apaixonar por um cara que te manda uma mensagem falando "Bom Dia, Linda! Dormiu bem?" e que depois de transar, te abraça e te faz carinho. (salvo quando tá um puta calor, aí eu perdôo!). Mas aí que precisamos ser fortes e ser muito mulher para não responder as mensagens deles dizendo "Bom Dia Lindo, te amo....ups...te adoro".

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O que passa na cabeça de um ser desse?


Tô longe de ser mulher melancia, mas já reparei que no final da minha coluna, lá no cóccix tem uma "ondinha" de carne que chamam popularmente de bunda. Claro que tem mulheres que tem uma onda mais avantajada e mais carnuda, já outras não, mas é tudo bunda.
As bundas mais carnudas costumam chamar mais atenção, e esse fato é confirmado por todas entidades reponsáveis por pesquisas do mundo e do resto do sistema solar, então, quem sou eu pra discordar?
Pois bem, eu com um histórico duvidoso, mas verdadeiro, quase fui vitima novamente de uma passada de mão boba, ou um abuso qualquer no metrô.
Estava indo a um encontro (que foi muito bom a propósito) subia a escada rolante da estação Consolação, quando vinha atrás de mim um ser tão feio que a única coisa que tinha certeza era que aquela criatura tinha nascido de uma mistura de espécies provavelmente não humanas.
Então, essa coisa subia a escada em passos ritmados com os meus a fim que a minha pequena e humilde bunda ficasse bem na cara dele. Meo, o indivíduo parecia que ia enfiar a cara na minha bunda, como sou bem tolerante e só arrumo encrenca em casos extremos, comecei a subir os degrais de dois em dois em passos mais largos, assim cheguei no topo da escada rápido e consegui me livrar do maníaco.
Será que na cabeça desse tipo de homem passa a idéia de que abusando sexualmente de uma garota no metrô a mesma vai virar e dizer "Nossa, que passada de mão heim delícia, vamos parar no próximo motel?" Fala séeeeerio!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Meu último Club Aupair


Hoje foi meu último Club Aupair, é uma reunião que fazemos todo o mês na Agência de Turismo STB.
Todo clubinho encontramos as aupairs novas e antigas, fiz muitas amizades desde Julho, quando comecei a frequentar e decidi embarcar nessa aventura de fazer esse programa de intercâmbio.
Conversamos bastante, a Alê e a Sil, que são as orientadoras, explicaram tudo para as novas aupairs, e as velhas (como eu) contaram suas histórias de todo o processo de ingresso ao programa. Fizemos um amigo secreto com direito a brinde com champanhe e tudo. Mas, eu com essa maldita dor de gargata, não bebi.
As meninas novas, que estavam indo pela primeira vez, me perguntavam como era o processo, como eu escolhi a minha host family (família americana que vai me hospedar), como foi meu primeiro contato com eles, se tive dificuldade em falar inglês, enfim, todas as perguntas que eu fiz para outras aupairs que já estão na Terra do Tio San essas horas. Teve uma até que se referiu a mim e as meninas mais velhas de celebridades. No começo do processo eu não via a hora de me sentir importante assim, e esse dia chegou.
No fim, eu e as meninas que embarcarão comigo e que estavam ali pela última vez, receberam uma salva de palmas pela coragem e para dar sorte nesse novo desafio em nossas vidas.
Cada dia que passa é um a menos para esperar, é um dia a menos de ansiedade, e eu já tenho vontade de chorar. Não de tristeza, mas pela minha coragem de realizar um sonho, de deixar a minha família, de ficar longe dos amigos por um ano inteiro, de morar com pessoas desconhecidas, de comer hambúrguer todos os dias, de estar sozinha num país que não será a minha pátria, de ter que comunicar-se em outra língua.
Muitos me perguntam porque quero passar por tudo isso, se eu posso ficar no Brasil no aconchego do meu lar, no colo dos meus pais e eu costumo responder que quero mais do que isso, quero me tornar independente, quero chegar no meu limite, quero saber até onde posso ir, quero crescer como pessoa e se depender de mim o mundo não terá fronteiras.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Quando mulher quer consegue...ser idiota!


Hoje foi um dia muito X. Por isso, sem nada de interessante pra contar. Mas, lembrei de uma coisa que gostaria de registrar aqui.
Um dias desses, depois de assistir ao show de uma banda com uma amiga, arrastei-a para uma balada bem pegação. Aquele dia tinha baixado o espírito da Piriguete.
Tava uma noite meio fria e chuvosa, mas nada me desanimaria de ir para aquela balada. Chegamos lá, estava super lotada, e melhor ainda, se a minha estatística não falha, tinha uns três caras para cada menina.
Minha amiga e eu já estavamos calibradas (de cerveja) e começamos a caça ao tesouro, ou melhor aos homens. Resolvemos subir no camarote, mesmo não conhecendo ninguém o segurança não barrou nossa entrada, então beleza, vamo bora!
E que camarote! Um mais gatinho que o outro. A minha amiga achou um, que estava com o braço quebrado, lindinho e percebemos que ele olhava na nossa direção, então começamos a coxixar e olhar pra ele. Claro, ele caiu como patinho e foi chegando perto, ai ela lançou: - Oi, nós estamos tentando adivinhar seu signo! Depois de três tentativas, acertamos. Vi que o papo dele com a minha amiga estava fluindo, eis que surge um amigo - nisso os homens são espertos mesmo - e pra minha sorte o amigo era um tchutchugether (tchutchugether = cara gatinho segundo minha amiga Giu).
Depois de enrrolar um pouco o garoto, perguntar idade, de onde era, o que fazia da vida, se curtia o som da balada, só pra fazer um charme - ai sim beijei!
Estava indo tudo bem, quando surge uma menina e começa puxa-lo e gritar desesperadamente, até parecia que estavam arrancando suas penas. E ela falava pra mim: - Ele namora viu, ele namora viu!? E ficou coxixando no ouvido dele e ouvi ela falando: Nossa, magrela meo, não vira!!!
Fiz cara de nada, afinal de contas se o cara namora, eu não. E se sou magrela e ela não, sorte minha e azar dela. Quando ela saiu falei pra ele: - Porque ela tá tão stressada, ela é sua namorada por acaso? - Claro, que se fosse, ela não teria apenas gritado, teria me batido, porque mulher nessas horas é bem irracional. Enfim, ele respondeu que era só amiga. Arrastei ele pra outro canto e la vem ela de novo com mais duas amigas "arram" (menina arram = tapada; que só abre a boca pra falar: - Arram!), passaram pela gente e ficaram ameçando-o : - Não fala mais comigo viu?! Não fala mais comigo viu?!
Acabei indo embora porque já estava perdendo a paciência e como sou fraquinha não tava a fim de apanhar.
Fui embora pensando, como tem mulher que gosta de fazer papel de ridícula mesmo, no mínimo ela pagava um pau pra ele, e ele não tava nem ai.
Agora, amigas minhas, espero que nunca façam isso. Se você é a fim de um amigo, conte pra ele, jogue seu charme, conquiste-o. Se não der certo, parta para outra, querida. Não será o fim do mundo, beber um pouquinho a mais e fazer papel de ciumenta possessiva, não né? Por favor, não consagrem o estilo "mulher imbecil de ser". Fica a dica ;]

Este é só um diário de uma garota normal!



Esse é meu primeiro post num blog. Depois de tantas pessoas me encorajarem - aqui estou!
A minha intenção é registrar as maluquices que penso.
Todo dia passo por situações que sinto necessidade de registrar e compartilhar com outros e ter um blog é a solução. Pessoas vão saber da minha vida por isso, bom, não tem problema, não revelarei a indentidade de ninguém, quanto a minha...quem está salvo hoje em dia com a internet?

Obrigada por ler. Enjoy! ;]

domingo, 28 de dezembro de 2008

A famosa retrospectiva 2008


É impossivel não pensar em tudo que aconteceu no ano que está acabando e apesar de ter vivido momentos maravilhosos, sempre me sinto triste nessa retrospectiva.
Não sei o motivo, acho que é a sensação de ter passado tão rápido mais um ano, que novamente farei aniversário e que os momentos mais marcantes nuncam voltam.
Eu queria tanto viver um ano interinho só com os melhores momentos de todos os anos da minha vida.
Desde a infância, que eu achava tão legal fazer compras com o meus pais, faltar na escola de vez em quando para passear, ir na agência onde meu pai trabalhava e ficar desenhando com as milhares de canetinhas, gizes e lápis que lá tinha, de ir no zoológico perto da casa da minha vó e dar uma de irmã mais velha e protetora.
Na adolescência, a escola, as amizades, e até dos meninos pentelhos, que me enchiam o saco e me apelidavam de Olivia Palito, eu tenho saudades. Queria viver de novo os conflitos de sentimentos, de brigas e conciliações bobas com os amigos e amores. As melhores saídas, as baladas e os show poderiam voltar também. Enfim, imagina um ano inteirinho só de recordações boas.
Mas temos que viver novos momentos, conhecer novas pessoas, renovar os ares, sofrer novas paixões e só o que espero, na verdade, no final de cada ano é que no seguinte possa viver muito mais emoções.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O final de todo ano.


O ano inteiro as pessoas se odeiam, se xingam, são falsas, pisam, humilham e até se matam. Quando chega no final do ano elas ficam boas de uma hora para outra, enchem uns aos outros de presentes, dão beijos, abraços, dizem que amam, ai quando passa o primeiro de Janeiro, começam a se odiar de novo!
O pior é que trabalham o ano inteiro, passam stress no trânsito, metrô, ônibus e aguentam chefe para ganhar uma merreca. Algumas estudam e até se formam mas chega na véspera do Natal gastam tudo que ganharam em 365 dias em apenas 3 horas dentro de um shopping.
Já que não sou religiosa, essa época do ano não significa nada pra mim. Por isso, é como qualquer outro dia do ano e aproveito como se fosse qualquer final de semana. A propósito, se alguém souber de alguma putaria natalina (como diz meu amigo Vitor) hoje, me avisem.

Ah, já ia me esquecendo: Feliz Natal!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Com vocês: O réu...


Eles têm direito de resposta (rs). Segue a versão masculina referente ao meu post anterior:

Cafajestes com coração e que também se apaixonam (resposta).

A pergunta parece, mas não é retórica, queria blogueira Mari. Claro que existem homens com o jeito “lindinho-mas-ordinário”, que só pensam em enfiar o pau em qualquer orifício do sexo feminino (um deles pouco aceitável por vocês), mas alguns muitos são sinceros.
Nem sempre um elogio é feito com a cabeça de baixo ou só com o pensamento de tirar a calça o quanto antes. O cara pode mesmo gostar de vocês. E é aí que o bicho pega.

O cara faz de “tudo” por você querendo, claro, o sexo, mas, em alguns casos, não só o sexo. Mas vocês pensam que eles só querem sexo e, depois de tanta bajulação, eles desencanam. Com motivos, é claro. Porque se nem o beijo dele foi elogiado (depois de milhões de elogios feitos), por que ele teria motivos para continuar?

Existe um limite entre a paixão e o sentimento de achar que está sendo um otário (o homem tem muito disso). E essa linha é tênue. É verdade.

Pensem um pouco mais. Tentem ser mais sinceras, ou não, e pensem que o cara pode estar sendo honesto, ou não.

Seria tão mais fácil se ambos fossem sinceros. A garota dizer que precisa ser bajulada e, depois, que vai te dar. E o cara dizer que vai bajular, mas já avisando que quer só dar umazinha (com o plano de comer atrás, mesmo sabendo que as chances são quase nulas antes de um “eu te amo”).
Sexo sem compromisso é o presente que ganhamos na nossa juventude, talvez a melhor coisa dos anos 90 e 00, mas a paixão a primeira vista ainda existe (apesar de eu pouco acreditar nisso).


E outra coisa...

Não respondam “Bom dia, lindo. Eu te amo!” para depois de duas ou três semanas nem pensarem mais no cara. Apesar do que temos no meio das pernas, temos também um coração. (vale ressaltar que não sou são-paulino)


É isso...


PS: às vezes, precisamos ser cafajestes e gostamos disso também.


Autor: Vitor Meneghetti, 26 anos, Jornalista, amigo e vizinho. Blog:
http://faltoucriatividade.wordpress.com

Resposta de Mari Proença: "Toda regra tem sua exceção!". Concordo, e acho que isso não vale só pra gramática da língua-portuguesa. Obrigada pelo post Vitor, gosto de ouvir a opinião do sexo oposto só pra entrar por um ouvido e sair pelo outro. Brincadeira! Gostei do lance da sinceridade e deixar um pouco o orgulho de lado e elogiar o cara também é uma boa. Poxa, "Eu te amo" realmente não é "Bom dia", eu não sou adepta a dizer essa frase para qualquer rostinho bonito, mas a maioria das mulheres infelizmente é. Por isso, vocês, homens, cafajestes ou não, precisam prestar bem atenção onde estão metendo o p...Ops, o coração!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Como diz o CSS...Ele é fodão mas eu sei que sou também!

Começo esse post com uma pergunta retórica: Porque sempre que saímos com um cara agradável e gostamos dele, ele faz o tipo lindinho-mas-ordinário?
Eles pagam a conta, te levam e buscam, te chamam de linda, elogiam suas roupas e seus acessórios (que levamos tanto tempo para escolher) dizem que gostam de ficar com você, são divertidos e por ai vai.
Nos sentimos na lua, princesas, a mulher mais linda e cheia de qualidades do mundo.
Tem homem que sabe mesmo como tratar uma mulher, e esses são os cafajestes, conquistam mas não valem nada.
E o que devemos fazer? Usar e abusar, lógico! Se o cara está fazendo de tudo pra conseguir o que ele quer (Claro, te comer) pelo menos ele está se esforçando, geralmente gastando tempo e dinheiro, deixando o orgulho de lado e elogiando seu beijo (mesmo que você não elogie o dele), dando presentes e fazendo surpresas.
Algumas mulheres vão falar da tal ilusão. Mas você não está sendo iludida, é uma troca de favores apenas. Ele te proporciona aquela sensação deliciosa de ser querida e você o satisfaz em suas necessidades. Pronto!
Ok, admito que é difícil não se apaixonar por um cara que te manda uma mensagem falando "Bom Dia, Linda! Dormiu bem?" e que depois de transar, te abraça e te faz carinho. (salvo quando tá um puta calor, aí eu perdôo!). Mas aí que precisamos ser fortes e ser muito mulher para não responder as mensagens deles dizendo "Bom Dia Lindo, te amo....ups...te adoro".

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O que passa na cabeça de um ser desse?


Tô longe de ser mulher melancia, mas já reparei que no final da minha coluna, lá no cóccix tem uma "ondinha" de carne que chamam popularmente de bunda. Claro que tem mulheres que tem uma onda mais avantajada e mais carnuda, já outras não, mas é tudo bunda.
As bundas mais carnudas costumam chamar mais atenção, e esse fato é confirmado por todas entidades reponsáveis por pesquisas do mundo e do resto do sistema solar, então, quem sou eu pra discordar?
Pois bem, eu com um histórico duvidoso, mas verdadeiro, quase fui vitima novamente de uma passada de mão boba, ou um abuso qualquer no metrô.
Estava indo a um encontro (que foi muito bom a propósito) subia a escada rolante da estação Consolação, quando vinha atrás de mim um ser tão feio que a única coisa que tinha certeza era que aquela criatura tinha nascido de uma mistura de espécies provavelmente não humanas.
Então, essa coisa subia a escada em passos ritmados com os meus a fim que a minha pequena e humilde bunda ficasse bem na cara dele. Meo, o indivíduo parecia que ia enfiar a cara na minha bunda, como sou bem tolerante e só arrumo encrenca em casos extremos, comecei a subir os degrais de dois em dois em passos mais largos, assim cheguei no topo da escada rápido e consegui me livrar do maníaco.
Será que na cabeça desse tipo de homem passa a idéia de que abusando sexualmente de uma garota no metrô a mesma vai virar e dizer "Nossa, que passada de mão heim delícia, vamos parar no próximo motel?" Fala séeeeerio!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Meu último Club Aupair


Hoje foi meu último Club Aupair, é uma reunião que fazemos todo o mês na Agência de Turismo STB.
Todo clubinho encontramos as aupairs novas e antigas, fiz muitas amizades desde Julho, quando comecei a frequentar e decidi embarcar nessa aventura de fazer esse programa de intercâmbio.
Conversamos bastante, a Alê e a Sil, que são as orientadoras, explicaram tudo para as novas aupairs, e as velhas (como eu) contaram suas histórias de todo o processo de ingresso ao programa. Fizemos um amigo secreto com direito a brinde com champanhe e tudo. Mas, eu com essa maldita dor de gargata, não bebi.
As meninas novas, que estavam indo pela primeira vez, me perguntavam como era o processo, como eu escolhi a minha host family (família americana que vai me hospedar), como foi meu primeiro contato com eles, se tive dificuldade em falar inglês, enfim, todas as perguntas que eu fiz para outras aupairs que já estão na Terra do Tio San essas horas. Teve uma até que se referiu a mim e as meninas mais velhas de celebridades. No começo do processo eu não via a hora de me sentir importante assim, e esse dia chegou.
No fim, eu e as meninas que embarcarão comigo e que estavam ali pela última vez, receberam uma salva de palmas pela coragem e para dar sorte nesse novo desafio em nossas vidas.
Cada dia que passa é um a menos para esperar, é um dia a menos de ansiedade, e eu já tenho vontade de chorar. Não de tristeza, mas pela minha coragem de realizar um sonho, de deixar a minha família, de ficar longe dos amigos por um ano inteiro, de morar com pessoas desconhecidas, de comer hambúrguer todos os dias, de estar sozinha num país que não será a minha pátria, de ter que comunicar-se em outra língua.
Muitos me perguntam porque quero passar por tudo isso, se eu posso ficar no Brasil no aconchego do meu lar, no colo dos meus pais e eu costumo responder que quero mais do que isso, quero me tornar independente, quero chegar no meu limite, quero saber até onde posso ir, quero crescer como pessoa e se depender de mim o mundo não terá fronteiras.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Quando mulher quer consegue...ser idiota!


Hoje foi um dia muito X. Por isso, sem nada de interessante pra contar. Mas, lembrei de uma coisa que gostaria de registrar aqui.
Um dias desses, depois de assistir ao show de uma banda com uma amiga, arrastei-a para uma balada bem pegação. Aquele dia tinha baixado o espírito da Piriguete.
Tava uma noite meio fria e chuvosa, mas nada me desanimaria de ir para aquela balada. Chegamos lá, estava super lotada, e melhor ainda, se a minha estatística não falha, tinha uns três caras para cada menina.
Minha amiga e eu já estavamos calibradas (de cerveja) e começamos a caça ao tesouro, ou melhor aos homens. Resolvemos subir no camarote, mesmo não conhecendo ninguém o segurança não barrou nossa entrada, então beleza, vamo bora!
E que camarote! Um mais gatinho que o outro. A minha amiga achou um, que estava com o braço quebrado, lindinho e percebemos que ele olhava na nossa direção, então começamos a coxixar e olhar pra ele. Claro, ele caiu como patinho e foi chegando perto, ai ela lançou: - Oi, nós estamos tentando adivinhar seu signo! Depois de três tentativas, acertamos. Vi que o papo dele com a minha amiga estava fluindo, eis que surge um amigo - nisso os homens são espertos mesmo - e pra minha sorte o amigo era um tchutchugether (tchutchugether = cara gatinho segundo minha amiga Giu).
Depois de enrrolar um pouco o garoto, perguntar idade, de onde era, o que fazia da vida, se curtia o som da balada, só pra fazer um charme - ai sim beijei!
Estava indo tudo bem, quando surge uma menina e começa puxa-lo e gritar desesperadamente, até parecia que estavam arrancando suas penas. E ela falava pra mim: - Ele namora viu, ele namora viu!? E ficou coxixando no ouvido dele e ouvi ela falando: Nossa, magrela meo, não vira!!!
Fiz cara de nada, afinal de contas se o cara namora, eu não. E se sou magrela e ela não, sorte minha e azar dela. Quando ela saiu falei pra ele: - Porque ela tá tão stressada, ela é sua namorada por acaso? - Claro, que se fosse, ela não teria apenas gritado, teria me batido, porque mulher nessas horas é bem irracional. Enfim, ele respondeu que era só amiga. Arrastei ele pra outro canto e la vem ela de novo com mais duas amigas "arram" (menina arram = tapada; que só abre a boca pra falar: - Arram!), passaram pela gente e ficaram ameçando-o : - Não fala mais comigo viu?! Não fala mais comigo viu?!
Acabei indo embora porque já estava perdendo a paciência e como sou fraquinha não tava a fim de apanhar.
Fui embora pensando, como tem mulher que gosta de fazer papel de ridícula mesmo, no mínimo ela pagava um pau pra ele, e ele não tava nem ai.
Agora, amigas minhas, espero que nunca façam isso. Se você é a fim de um amigo, conte pra ele, jogue seu charme, conquiste-o. Se não der certo, parta para outra, querida. Não será o fim do mundo, beber um pouquinho a mais e fazer papel de ciumenta possessiva, não né? Por favor, não consagrem o estilo "mulher imbecil de ser". Fica a dica ;]

Este é só um diário de uma garota normal!



Esse é meu primeiro post num blog. Depois de tantas pessoas me encorajarem - aqui estou!
A minha intenção é registrar as maluquices que penso.
Todo dia passo por situações que sinto necessidade de registrar e compartilhar com outros e ter um blog é a solução. Pessoas vão saber da minha vida por isso, bom, não tem problema, não revelarei a indentidade de ninguém, quanto a minha...quem está salvo hoje em dia com a internet?

Obrigada por ler. Enjoy! ;]

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